NOTÍCIAS 2007

 

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PORTO ALEGRE

Os Replicantes embalam Noite Feliz no Ocidente

Os Replicantes fazem show alusivo às festividades natalinas no Bar Ocidente (João Telles, esquina Osvaldo Aranha), amanhã, 19, às 22h. O Bom Velinho promete aparecer por lá para conferir como tem se portado a nova formação da banda, com Cláudio Heinz (guitarra), Cléber Andrade (bateria), Heron Heinz (baixo) e Júlia Barth (voz).

Além de ouvir os clássicos da banda, o público poderá conhecer parte do repertório do próximo CD. Atualmente em fase de pré-produção, o disco deve ser gravado e lançado ainda em 2008.

O show conta com a participação especial da banda Planondas e mostra fotográfica de Aline Bristot, Daniela Pinheiro, Fábio Alt e Mauren Veras, com imagens dos Replicantes.

Após o show, a festa continua com discotecagem roqueira de Cláudio Heinz, Eduardo Normann, Felipe Velha, Heron Heinz, Julia Barth, Letícia Rodrigues, Mariana Kircher.

Ingressos: R$ 15,00 na hora e R$ 10,00 antecipados nas lojas Back in Black, Classic Rock, Estúdio Music Box e Lei Básica.

Acesse o site oficial dos Replicantes

Ouça a banda Planondas

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ALAGOAS

Castor Daudt grava disco solo

O ex-guitarrista do De Falla, Castor Daudt, está gravando seu primeiro trabalho solo. Ainda sem previsão de lançamento, o disco terá participações de Biba Meira e Flávio Santos.

Radicado em Maceió-AL desde 1996, Castor trabalha atualmente na TV Educativa como produtor gráfico-visual. Explorando sua formação em Publicidade e Propaganda (turma de 1980 da Famecos-PUCRS), o músico gaúcho é responsável pelas vinhetas e animações computadorizadas da emissora.

Conforme Castor, após mais de dez anos afastado dos palcos, a paixão pela música falou mais alto: “Este ano tomei vergonha na cara e comecei a reunir material. Estou gravando num estúdio daqui. Sozinho. Tocando tudo e tentando cantar”. O repertório do disco é formado por canções compostas em Maceió e outras inéditas desde o tempo do De Falla.

As participações de Biba e Flávio Santos (mais conhecido como Flu) são exclusivamente virtuais. Devido à distância que separa os ex-colegas de banda e graças às facilidades da tecnologia, as linhas de bateria e baixo vêm sendo trocadas pela internet.

O guitarrista, que também assumiu a bateria do De Falla durante alguns anos, é responsável por grande parte das composições das banda. Sozinho ou em parceria, é autor de sucessos como Papaparty, Repelente, It’s Fucking Borin to Death, Screw You Susy Doll e Sing it Loud.

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PORTO ALEGRE

Fruet e Os Cozinheiros fazem show de fim de ano

Marcelo Fruet faz show no Bar Ocidente (avenida Osvaldo Aranha, esquina com João Telles), amanhã, 13, a partir das 22h. Acompanhado dos Cozinheiros André Lucciano (bateria), Leonardo “Brawl” Márquez (baixo) e Nicola Spolidoro (guitarra), Fruet (violão e voz) se despede de 2007 com novidades no repertório e convidados especiais. Ingresso: R$ 10,00.

Além de canções do “disco-objeto” O Som do Fim ou Tanto Faz, Fruet apresenta músicas do próximo CD, atualmente em processo de gravação. Conforme o compositor, o disco será todo cantado em inglês e deve ser lançado somente na internet: “É pra ser um disco meio fantasma. O que virá após esse, cantado em português, é que seria contado como nosso segundo disco na biografia oficial da banda”. No repertório do show de amanhã, ainda serão lembrados temas de trabalhos anteriores de Fruet, como  Lerin, da banda Bichano da Massa, e Imundo, da banda Universo Colorido.

As participações oficiais da noite ficam por conta da cantora Viv Schafer, da banda Viv & Os Timoneiros, e do percussionista João Marcelo Selhane, considerado "cozinheiro-honorário". Entretanto, Fruet garante que outros colegas também emprestarão seu brilho, tocando ou cantando ao lado dos Cozinheiros. Afinal, fim de ano é pra reunir os amigos, fechar as portas do passado e lavar a alma. Com música da melhor qualidade.

Leia resenha do disco O Som do Fim ou Tanto Faz

Acesse o site oficial de Fruet & Os Cozinheiros

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SÃO PAULO

Oliveira de Araújo prepara disco autoral

O CD Carta aos Pirilampos, primeiro trabalho solo do músico Oliveira de Araújo, deve ser lançado nos próximos meses. O disco conta com a participação do conjunto Quarteto Diminuto, da Orquestra Livre de Porto Alegre, do saxofonista paulista Nando Vicencio e do percussionista gaúcho radicado em Brasília Carlos Tort.

Em Carta aos Pirilampos, Oliveira apresenta uma mpb instrumental com direito a muito experimentalismo, criatividade e forte influência jazzística. Das treze faixas do disco, nove são composições próprias. As demais levam a assinatura de André Geraissati, Chico Bretanha, Daniel Mescalito e Guinga.

Músico desde os treze anos, estudou violão com o já falecido violonista gaúcho Aroldo Mazi e com Júlio Chumbinho Herrlein. Durante a adolescência, integrou a banda de funk metal Colono Escocês e participou da gravação do primeiro CD-demo de Juli Manzi, Na Boléia do Robô Gigante. Ingressa no curso de Composição do Instituto de Artes da UFRGS em 1996 e, nos anos seguintes, toca na noite com os conjuntos Forró Furinfunfá e Filhos de Jorge e  inicia os  estudos de contrabaixo acústico na Escola da OSPA. Em 2001, forma o Quarteto Diminuto com Alexandre Squiza (bateria), Chico Bretanha (guitarra) e Daniel Mescalito (baixo).

Em busca de novas perspectivas para sua música, embarca para São Paulo em 2005. “Fiz a travessia Porto Alegre / São Paulo com um contrabaixo e uma mochila, sem emprego e sem ter onde morar”, conta o músico. Desde então, participou das orquestras sinfônicas Heliópolis e de Mogi das Cruzes e integra, atualmente, a Orquestra de Câmara de Atibaia como primeiro contrabaixista. Além de dar aula de teoria musical e baixo elétrico na Escola Municipal de Música de Taboão da Serra, participa da banda de apoio de Juli Manzi, Coletivo Absoluto, e do quinteto de cordas Quinteto Cando.

Enquanto negocia a melhor maneira de lançar o CD Carta aos Pirilampos, Oliveira mostra parte do repertório em sua página no myspace.

Ouça faixas do disco Carta aos Pirilampos

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PORTO ALEGRE

Darma Lóvers faz show de fim de ano no Ocidente

Os The Darma Lóvers tocam no Bar Ocidente amanhã, 6, às 22h. O show, que encerra os trabalhos da banda em 2007, conta com a participação de 4Nazzo (guitarra), Jimi Joe (violão de 12 cordas), Sassá (percussão), Thiago Heinrich (baixo) e Tiago Ossomosso (diversões eletrônicas). Ingresso: R$ 10,00.

Para 2008, os Darmas prometem um disco de inéditas com produção de Kassin Kamal. Em março, uma coletânea deve ser lançada na França.

Assista vídeo-documentário com os Darma Lóvers

Acesse o site oficial da banda

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PORTO ALEGRE

Vitor Ramil canta Barbosa Lessa no Unimúsica

Vitor Ramil se apresenta quinta-feira, 6, no Salão de Atos da UFRGS (Paulo Gama, 110) a partir das 19h. O show integra o projeto Unimúsica e tem como tema central a obra de Barbosa Lessa. Na ocasião, o músico apresenta clássicos do folclorista piratinense e composições próprias.

Para contemplar o convite do Unimúsica, Ramil decidiu chamar os músicos Daniel Drexler, Marcelo Delacroix e Pery Souza para acompanhá-lo: “O Barbosa é grande demais e é de todos. A homenagem ficaria mais justa se outros também tocassem e cantassem. O Marcelo acabou de gravar um tema do Barbosa. E o Pery, com sua leveza e brejeirice, é uma legítima cria do Barbosa, ainda que ele nunca tenha pensado sobre isso. O Daniel estaria vindo a Porto Alegre para lançar seu disco (Vacío, terceiro da carreira do compositor uruguaio) na Livraria Cultura e eu disse a ele, vem mesmo, que já te boto na roda um dia antes”. Ramil considera a participação de Drexler uma forma de fortalecer o vínculo com os países do Prata: “O Barbosa foi profundamente inspirado pelo Uruguai. Vamos tratar de manter essa tradição”.

Ao lado de Paixão Cortes, Barbosa Lessa foi responsável pela compilação das hoje tão difundidas danças tradicionais gaúchas. Composições como Balaio, Cantiga de Eira, Negrinho do Pastoreio e Quero Quero também são resultado de tais pesquisas. Para Vitor Ramil, Lessa é "um arquiteto de imaginários". "Para mim, se ele tivesse só composto Quero-Quero e Negrinho do Pastoreio já o seria”, considera.

Ao longo de 2007, o projeto Unimúsica foi dedicado à tradição poética da canção brasileira, trazendo músicos consagrados para interpretar temas de compositores como Braguinha, Cartola, Dolores Duran, Noel Rosa, Tom Jobim e Vinicius de Moraes.

Mais informações pelos telefones (51) 3308-3034 / 3308-4022.

Página do projeto Unimúsica

Página sobre a obra de Barbosa Lessa

Site oficial de Vitor Ramil

Site oficial de Daniel Drexler

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PORTO ALEGRE

Henrique Mann anuncia afastamento da Coordenação de Música

Por meio de uma “Carta Aberta à Comunidade Artística de Porto Alegre” o músico Henrique Mann anunciou que deixará o cargo de titular da Coordenação de Música da prefeitura. O afastamento ocorrerá em 31 de dezembro, quando o também músico Jorge André Brites deverá assumir a titularidade da Coordenação. A carta foi divulgada ontem, 30 de novembro, pela assessoria de imprensa da Coordenação.

Conforme o texto, Mann tomou tal decisão por motivos de saúde: “numa pequena enervação responsável pelas descargas elétricas que dão ritmo ao coração tenho uma deformidade congênita e isto faz com que, em casos de estresse extremo e sob intensa produção de adrenalina, se dê uma arritmia”. Apesar dos conselhos médicos de repouso e diminuição do ritmo de trabalho, o músico considerou que a Coordenação “não comporta uma redução do ritmo de trabalho por parte do seu titular. É um órgão ativo demais e requer dedicação exclusiva e integral do Coordenador”.

Mesmo afastado do cargo, Mann continuará colaborando com a produção executiva do Baile da Cidade, do Festival de Inverno, do projeto 24 Horas de Cultura e do Prêmio Açorianos.

Confira a carta na íntegra

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PORTO ALEGRE

IGTF promove Semana do Folclore

De 2 a 6 de dezembro, o Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF) promove o evento Uma Semana para o Folclore – homenagem ao artista regional, com apresentações culturais, oficinas e palestras. A inscrição é gratuita e pode ser feita até sexta-feira, 30 de novembro, pelo site www.igtf.rs.gov.br ou pelo e-mail imprensa@igtf.rs.gov.br.

A abertura do evento ocorre domingo, no Parque da Redenção, a partir das 15h, com o espetáculo Festa das Etnias, quando serão apresentados hábitos e vestimentas típicos de diversos povos formadores da nossa cultura, como açorianos, afros, alemães, espanhóis, italianos e poloneses. Às 17h, o CTG Rancho da Saudade, vencedor do 22° Encontro de Artes e Tradição Gaúcha (Enart), realiza show de danças tradicionais. Elton Saldanha se apresenta com sua banda a partir das 18h.

As demais atividades, de segunda a quinta-feira, serão realizadas no galpão crioulo do IGTF, no Centro Administrativo do Estado (Av. Borges de Medeiros, 1501). Nesses dias serão abordados temas como chimarrão, danças tradicionais, dobraduras e pajada, além de apresentações de música, dança e poesia. As palestras e oficinas terão a participação de instituições como Casa dos Açores, Comissão Gaúcha de Folclore, Escola do Chimarrão, Fundação de Atendimento Sócio-educativo do RS (Fase), entre outras.

Embora aberto ao público em geral, o evento é direcionado para os jovens. Conforme o presidente do IGTF, Manoelito Savaris, o evento visa incentivar a identificação dos jovens com os valores do tradicionalismo por meio de trabalhos de arte-educação. “Para participar da sociedade e ter condições de exercer a cidadania, é necessário conhecimento sobre a identidade dessa sociedade”, considera Savaris.

A Semana para o Folclore integra as atividades do Dia do Folclore, comemorado no dia 22 de agosto em alusão ao arqueólogo inglês William John Thoms, que utilizou o termo folklore pela primeira vez na edição de 22 de agosto de 1846 da revista londrina The Atheneum. No Brasil, a data se tornou oficial a partir do decreto federal nº 56.747, de 1965.

Faça sua inscrição e confira a programação completa do evento no site do IGTF

Mais informações pelo telefone (51) 3228-1711

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PORTO ALEGRE

Serrote Preto lança clipe na Terreira da Tribo

O clipe da música Nagô, do grupo Serrote Preto, já está disponível na internet. O lançamento oficial ocorreu na quarta-feira, 21, durante seminário realizado pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveis em alusão à terceira edição da revista de teatro Cavalo Louco. Com iluminação de Mirco Zannini e maquiagem de Alana Rase, o clipe foi gravado no cenário da peça teatral Kassandra in Process com participação da Ói Nóis. A música título deve integrar o novo disco do grupo, atualmente em processo de gravação no estúdio Casa dos Cantos.

Assista o clipe da canção Nagô

Confira a letra da música

Acesse o site oficial do grupo Serrote Preto

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PORTO ALEGRE

Montanha Russa lança single no Dr. Jekyll

A banda Montanha Russa lança o single Crise de Abstinência, amanhã, 26, a partir das 23h, no Dr. Jekyll (travessa do Carmo, 76). Formada por Gustavo Utz (guitarra), Marcos Delgado (voz), Otávio Lockshin (baixo), Paulo Figura (guitarra) e Reynaldo Migliavacca (bateria), a banda apresenta um rock guitarreiro com levadas vertiginosas e letras de rara perspicácia. O CD traz as músicas Crise de abstinência e Nos dedos e será distribuído gratuitamente a todos os presentes. Ingressos a R$ 7,00.

O show de abertura fica por conta do trio instrumental Você Nunca Viu, formado por Bruno Bazzo (baixo), José Pedro Fontoura (guitarra) e Thiago Borella (bateria). No repertório, composições próprias e releituras de Beatles e Temptations.

Ouça as músicas do single da Montanha Russa

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PORTO ALEGRE

Leôncio Severo lança CD na capital

O cantor e compositor Leôncio Severo faz show na segunda-feira, 26, às 20h30, no Teatro de Câmara Túlio Piva (rua da República, 575). A apresentação marca o lançamento, em Porto Alegre, do CD Pátria de Campo, o segundo de sua carreira. Ingressos: 1 kg de alimento não perecível (trocado por senha a partir das 18h na portaria do teatro). O CD será vendido por R$ 15,00.

Produzido e lançado de modo independente, o disco tem como temática central a vida no campo e a afirmação da identidade do gaúcho como um ser profundamente ligado à terra. “Vivemos num mundo onde as pessoas estão pouco voltadas para as coisas terrunhas, para as raízes, e a importância do campo muitas vezes é esquecida ou até desconhecida por alguns. Daí a importância de se cantar a nossa pátria, o nosso Rio Grande”, afirma Severo.

Valendo-se de instrumentos como bandoneon, violoncelo e piano, o CD apresenta arranjos e sonoridades universais com grande influência da música latino-americana. Natural de Santana do Livramento, o compositor tem como principais referências a música produzida na região do Prata. “Para mim, essas culturas estão se fundindo e em breve falaremos um único idioma musical. A minha formação é totalmente influenciada pela música argentina e uruguaia”, considera.

Em fevereiro de 2007, Severo teve a oportunidade de compartilhar experiências com nomes como Mercedes Sosa e Peteco Carabajal, quando participou do 14º Festival Mayor de Tango y Folklore de General Belgrano, na argentina. “Representar a música gaúcha foi uma grande honra que tive juntamente com meus músicos. Tocar num palco com tanta importância no cenário cultural argentino e conhecer e conviver com os músicos de lá foi uma experiência maravilhosa. E ser assistido e aplaudido por eles, argentinos, foi melhor ainda”, conta o músico de 37 anos.

Pátria de Campo conta com a participação dos músicos Carlito Magallanes , Cellau Moreyra, Fabrício Coelho, Marcello Caminha e dos letristas Anomar Danúbio Vieira e Rogério Ávila. Além das composições de Severo, completam o disco canções de Érlon Péricles, Juliano Gomes, Lauro Antônio Correa Simões, Nelcy Vargas (que junto a Severo também assina a produção do disco) e Osmar Proença.

Acesse o site oficial de Leôncio Severo

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PORTO ALEGRE

Nelson Coelho de Castro faz show no Clube dos Criadores

Nelson Coelho de Castro participa do projeto Clube dos Criadores neste sábado, 24, às 19h30, no auditório Luís Cosme, 4º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (rua dos Andradas, 736). Ingressos a R$ 5,00.

Dentro da proposta do Clube, de estimular a interação do público com o artista, Nelson optou por não definir um repertório fechado para a apresentação. A partir das conversas com o público e da atmosfera que se instalar no auditório, o compositor promete cantar “o que vier à telha”. O certo é que não faltará canções do CD Da Pessoa, por enquanto o mais recente da carreira do cantor.

Nos primeiros meses de 2008, Nelson deve iniciar as gravações do disco Lua Caiada, contemplado pelo programa Petrobrás Cultural 2007. Com lançamento previsto para o segundo semestre, o CD será distribuído em Minas Gerais, Rio de janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul. Quem sabe, no show de amanhã, ele mostre alguma pérola inédita desse novo trabalho.

Desde junho deste ano, o Clube dos Criadores já contou com a participação da banda Carne de Panela, do cantor e compositor Julio Reny, do darmalóver Nenung, do grupo Os poETs e dos performáticos Bruno Antunes e sua Turma. Conforme Nelson Coelho de Castro, “o Clube é uma iniciativa ótima pois possibilita que a função de criar arte (o criador e a criatura ainda em seu âmbito recluso) abra janelas de diálogos com a platéia. Vai ser um barato!”, incentiva o autor de Rasa calamidade, Aquele tempo do Julinho e Vim Vadiá.

Acesse o blog de Nelson Coelho de Castro

Acesse o blog do Clube dos Criadores

Leia mais sobre o Clube dos Criadores

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PORTO ALEGRE

Filipe Lua lança CD no Abbey Road

Filipe Lua faz show amanhã, 21, no Abbey Road (Plínio Brasil Milano, 1185). A partir das 22h, o multi-instrumentista apresenta as canções do CD Crescente, sua estréia como cantor e compositor. Ingressos a R$ 12,00.

Acompanhando grandes nomes como Leo Jaime e Lobão, desde os anos oitenta, Filipe Lua se destacou no cenário nacional como um dedicado pesquisador dos recursos percussivos, estudando desde a música clássica até os mantras indianos. Natural de Porto Alegre, o músico retornou à capital em 2003, quando começou a se dedicar à composição. “Eu saí de casa com 16 anos e fui morar em Salvador. Voltei muitos anos mais tarde com uma necessidade de recomeçar mesmo. Na real, hoje vejo o rumo que tomou minha vida e estou muito feliz por ter seguido meus instintos.Voltei por causa da minha essência, para não perdê-la”, conta Filipe.

No show de quarta-feira, Filipe toca violão, harmônica, percussão, bateria e canta pela primeira vez suas próprias composições. “Eu amo a bateria, mas sentia falta de estar de pé no palco, dançar um pouco, brincar e me comunicar com o publico de forma bem intima. Então o cantar me invadiu de tal forma que me sinto uma criança começando do zero”, reflete. A banda de apoio conta com os músicos Filipe Narcizo (baixo), Gui Budasky (guitarra), Guinter (trompete), Malcon Robert (teclados), Mano Ribeiro (percussão) e Thiago Tomazoni (bateria), além das participações especiais de Hique Gomes e Leonardo Stenzel.

Gravado no estúdio Beco das Garrafas, com produção executiva de Raul Albornoz e distribuição do selo Bella Música, o CD Crescente transita entre o folk e o reggae, com letras que falam do amor e celebram a vida. Com exceção de Bali, composta quando Filipe tinha 18 anos, todas as canções do disco foram feitas a partir de 2003: “São músicas que vêm em sonhos, na madruga. Às vezes escuto uma historia de alguém e capto o sentimento, como se estivesse lá no momento do fato”.

Na terça-feira, 27, Filipe Lua toca no John Bull (avenida Cristóvão Colombo, 545 – Shopping Total), às 22h.

Acesse o site oficial de Filipe Lua

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PORTO ALEGRE

Ronald Augusto participa do Clube dos Criadores

Ronald Augusto é o convidado do Clube dos Criadores deste sábado, 10, às 18h, no Auditório Luís Cosme, 4º andar da Casa de Cultura Mário Quintana (Andradas, 736). Ingresso a R$ 5,00.

Acompanhado dos músicos Leandro Theisen (guitarra), Mimo Aires (bateria) e Rogério Gil (baixo), o compositor apresenta temas inéditos e canções do disco Os Humanos, lançado em 1998 com Hingo Weber. Exceto Kublai, parceria com o jornalista e poeta José Ferlauto, morto recentemente, todas as músicas e letras são de autoria de Ronald.

O show deste fim de semana, cujo cenário terá pinturas da artista plástica Rosa Marques, sinaliza o retorno do trabalho solo de Ronald, após três anos de dedicação ao grupo poETs, com Alexandre Brito e Ricardo Silvestrin. Conforme o músico, o repertório difere bastante das composições feitas com o grupo. “Quando componho, já sei qual linha melódica caberá no projeto ‘música legal com letra bacana’. Não misturo as coisas. Meu trabalho solo é mais truncado, as letras e melodias resultam mais enviesadas. Ao meu modo, tento fazer música bacana com letra legal, ou esquisita”, conta o compositor.

A apresentação no Clube dos Criadores também servirá como laboratório para o projeto de um novo disco. “No próximo ano, como trabalho de pré-produção, pretendo gravar um CD-demo. Sem pressa. Não tenho mais idade pra ser ansioso”, adianta. Por enquanto, o músico aposta no apelo popular de Samburá como um provável hit. “Quem quiser entra na sala / um lugar não vai faltar / todos têm a sua fala / uma rede um samburá”, diz a letra.

Realizado por Gustavo Parise Cassel e Rafael de Albuquerque, estudantes de Direito e Publicidade, respectivamente, o Clube dos Criadores já contou com a participação de músicos como Nenung, Julio Reny, banda Carne de Panela, além dos poETs. “O Clube dos Criadores é um lance de pensamento. O Rafael e o Gustavo estão na verdade pensando a dinâmica cultural do seu tempo e lugar desde uma perspectiva não-convencional, mas sem nenhuma presunção. Estão fazendo algo simples e, no entanto, crítico. Eles nos convidam à fruição e ao pensamento por meio do contato direto com alguns criadores e suas dúvidas, isto é, suas obras”, considera Ronald.

Acesse o blog de Ronald Augusto

Acesse o blog da artista plástica Rosa Marques

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PORTO ALEGRE

Orquestra de Flautas participa do espetáculo Arca das Canções

A Orquestra de Flautas da Escola Municipal Heitor Villa-Lobos se apresenta amanhã, 31, no Salão de Atos da UFRGS (Avenida Paulo Gama, 110). A partir das 15h30, os jovens músicos da Vila Mapa acompanham os consagrados Dudu Sperb (voz), Leandro Maia (violão) e Pedrinho Figueiredo (flauta) no espetáculo infantil Arca das Canções. O evento integra a programação do mês das crianças do projeto Unimúsica. A entrada é franca.

O repertório, baseado em grandes compositores da mpb, é composto de temas que, de alguma forma, habitam o imaginário infantil, como Carinhoso (Pixinguinha e João de Barro), As pastorinhas (Noel Rosa e João de Barro), O pato (Vinícius de Moraes e Toquinho), Samba de Maria Luiza (Tom Jobim), entre outros. Sob regência de Cecília Silveira, a orquestra conta com flauta doce soprano, contralto, tenor e sopranino, além de teclado, violão percussão, violino e violoncelo. No espetáculo de amanhã, parte do grupo se apresenta também como coral infantil.

Com quinze anos de atuação, a orquestra é formada por quarenta jovens e adolescentes entre 12 e 24 anos, escolhidos por seu desempenho nas oficinas de música oferecidas na escola da Vila Mapa. De modo geral, é necessário um ano de participação nas oficinas para ingressar na orquestra. As aulas ocorrem de segunda a sábado no turno inverso ao do horário escolar.

O projeto atende hoje 285 alunos, divididos em trinta turmas, e resultou na gravação do Cd Trenzinho do Caipira, lançado em 2002 com patrocínio do Santander Cultural e reeditado em 2006 pelo Sebrae. Além disso, a orquestra realizou mais de 600 apresentações entre Porto Alegre, interior do Estado e Argentina (numa turnê em Córdoba, em 2004). Na capital, os alunos da escola Villa-Lobos já subiram ao palco do Gigantinho, do Theatro São Pedro, Teatro do Sesi, Centro de Eventos da PUCRS, Teatro Renascença, Auditório Dante Barone, entre outros.

Para Cecília, entretanto, são os resultados sociais que realmente contam. “Além de se tornar um centro de convergência cultural da comunidade, é ali que muitos projetos de vida são construídos, a partir do entendimento de que a música vai além do conhecimento de partituras e de interpretações. Ela transforma a vida das pessoas ao se sentirem capazes e ao serem valorizadas pelo seu potencial”, considera a regente. Atualmente, três participantes do projeto estão cursando a Faculdade de Música (dois na UFRGS e um no IPA).

Acesse o site do Unimúsica da UFRGS

 

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INTERNET

História da rádio Continental é resgatada em livro e site

A paixão do jornalista Lucio Haeser pelo rádio e, em especial, pela rádio Continental deu à luz o livro Continental - A Rádio Rebelde de Roberto Marinho, com lançamento previsto para novembro. Fruto de seis anos de pesquisa, o livro conta a história da rádio que movimentou a música porto-alegrense nos anos setenta e traz encartado um CD com as históricas gravações da emissora. Enquanto isso, parte do conteúdo do livro, incluindo trechos de algumas músicas, pode ser acessada no site Continental 1120.

Na década de setenta, quando gravar um disco e fazê-lo tocar nas rádios era o sonho impossível de todo jovem compositor porto-alegrense, a rádio Continental 1120 abriu seu estúdio B para registrar a nova safra musical da cidade. “Bastava gravar no estúdio B da rádio e, em alguns casos, poucas horas depois a gravação já estava tocando pra toda cidade ouvir”, conta Haeser. A partir dessa iniciativa, despontaram músicos como Bebeto Alves, Fernando Ribeiro, Hermes Aquino, Nelson Coelho de Castro e os grupos Inconsciente Coletivo e Utopia. Conforme o jornalista, o esquema era simples, mas funcionava: “Um microfone no meio e os músicos em volta. A equalização, às vezes, era feita colocando os instrumentistas a diferentes distâncias do microfone do gravador de rolo Akai”.

Foi por meio da Continental que Haeser descobriu a nascente movimentação dos músicos de Porto Alegre e percebeu que sua cidade, Santa Cruz, estava se tornando pequena demais: “A Continental era audível, mas nem mexia o ‘olho-mágico’, válvula com luz esverdeada que indicava a intensidade da recepção. Por mais que me esforçasse em esticar fios de cordoalha para fazer uma antena, o sinal era aquele. Não mudava. Eu estava em uma zona de sombra do transmissor da Continental. A potência da rádio era direcionada justamente para o outro lado”. Em 1977 o problema seria resolvido definitivamente. Com a conclusão do Científico, ele se mudaria para Porto Alegre para estudar jornalismo na UFRGS e lavar a alma na agitação cultural da capital.

Em 2001, morando em Florianópolis, uma dúvida começou a incomodá-lo: “Pensava com preocupação no destino que teria sido dado às fitas da Continental. Sei que a quase totalidade das emissoras não guarda a sua história. O problema era ainda maior porque a Continental nem existia mais”. Aconselhado por João Batista Schüler, primeiro programador musical da rádio, conhecido nos anos setenta como Johnny Megaton, decidiu procurar o “mago dos botões e das gravações da 1120 AM”, Francisco Anele Filho. Para sua surpresa e alívio, as fitas ainda existiam.

Quando decidiu escrever o livro sobre a rádio, Haeser pensava em concluí-lo em um ano.  Após farta pesquisa documental (com a colaboração de Emílio Pacheco, fã da Continental que havia alguns anos pesquisava a história da emissora) e mais de cem entrevistas com noventa diferentes personalidades, o livro ficou pronto em seis anos. “A demora, por um lado, foi providencial. No fim de 2005 me mudei para Brasília. No Arquivo Nacional pude recuperar documentos do Serviço Nacional de Informações (SNI) sobre a Continental, emissora a ‘serviço do comunismo internacional’”, conta o jornalista.

Parte dos documentos do SNI, trechos das gravações da Continental e textos sobre os momentos mais marcantes da vida da emissora, como os antológicos concertos Vivendo a Vida de Lee, comandados pelo radialista Júlio Fürst, podem ser acessados no site criado para complementar o livro. O conteúdo do site, no entanto, não se limita ao livro. Por meio da Rádio Sem Fronteiras (on-line) e da seção de notícias, a pesquisa continua, trazendo novidades e raridades recém descobertas.

Acessse o site Continental 1120

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PORTO ALEGRE

Zé Caradípia faz show de 30 anos de carreira

O compositor Zé Caradípia comemora hoje, dia 24, seus trinta anos de carreira, no Teatro de Câmara Túlio Piva (rua da República, 575), às 20h30. O show Zé Caradípia 30 Anos Y Trocentos Convidados conta com a participação especial de antigos parceiros como Carlos Cachoeira, Fátima Gimenez, Nancy Araújo, Paulo Campos, entre outros. Ingresso a R$ 15,00.

Acompanhado dos músicos Alexandre Rosa (saxofone e clarinete) Paulinho Fagundes (guitarra), César Audi (bateria), Itajubá do Prado Leite (baixo), Duque Jay (colagens e scratches) e Chicão Dornelles (percussão), o compositor fará um retrospecto de sua obra, cantando junto aos convidados temas como Apocalipse Nouveau, Após bares, Asa morena, Diamante e Vermelho paixão. O show tem direção geral de Beto Bollo e será gravado por Fernando Bohrer.

Zé Caradípia, que começou sua carreira em 1976, junto ao grupo Cordas e Rimas, conta que aprendeu seus primeiros acordes com o tio materno. “Fui crescendo e tomando gosto pela composição, que figurava entre as minhas predileções, junto à leitura de bons livros”, recorda. Apaixonado pela literatura, Caradípia considera o hábito de ler indispensável na formação de um bom compositor. “Sou dos caras que dá vivas às palavras, que ainda as ama e que,  talvez tolamente, ama as pessoas e os lugares e, por essas e outras, acabou ficando aqui em Porto Alegre, onde sempre me senti em casa”, declara o anfitrião de hoje noite.

Analisando as mudanças ocorridas ao longo das últimas três décadas no cenário musical, o compositor destaca o acesso a equipamentos de qualidade e as facilidades de registro fonográfico. Pondera, entretanto, que tais mudanças não surgiram isoladamente e tiveram suas conseqüências: “As facilidades e novidades vieram para ficar junto a transformações e exigências do mercado cada vez mais fragmentadas. Tive oportunidade de conhecer um sem número de artistas das mais variadas vertentes, sendo que poucos desses sobreviveram à selvageria mercadológica que invadiu as gravadoras, fazendo terra arrasada dos sonhos de muita gente boa”.

Ouça músicas de Zé Caradípia

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INTERNET

Bebeto Alves escreve sobre novo disco de Raul Ellwanger

Vale a pena conferir, no blog do Bebeto Alves, o que ele escreveu sobre o novo disco do Raul Ellwanger, Ouro e Barro. Postado em 4 de outubro, o texto é um convite irrecusável à audição do CD. Igualmente interessante é ler o comentário de Ellwanger, publicado por Bebeto em 7 de outubro. Aqui, o compositor agradece ao colega pela resenha e acrescenta informações sobre a concepção do disco.

O diálogo virtual entre os músicos, para além do interesse artístico, é uma aula de como utilizar as ferramentas da web para o fortalecimento dos laços afetivos e profissionais entre os produtores de cultura. Não fosse o poder de aproximação dos blogs, talvez essa conversa jamais tivesse ocorrido, ficando guardadas em Bebeto suas pertinentes considerações sobre o imperdível Ouro e Barro.

Leia o texto de Bebeto Alves sobre o disco Ouro e barro, de Raul Ellwanger

Leia o comentário de Raul Ellwanger, publicado por Bebeto Alves

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SÃO PAULO

Juli Manzi faz show em São Paulo com Coletivo Absoluto

O compositor Juli Manzi, agraciado com o Prêmio Açorianos de 1999, na categoria Revelação, pelo elogiadíssimo CD 340 Exigências de Camarim, se apresenta hoje, 20, na livraria Arquipélago (praça Carlos Gomes, 117 – bairro Liberdade), a partir das 19h30.

Acompanhado da banda Coletivo Absoluto, Manzi interpreta canções do disco de 1999, gravado com financiamento do Fumproarte, da prefeitura de Porto Alegre, e do independente Todo o Perfex, de 2001. A banda é formada pelo maestro gaúcho Oliveira de Araújo (voz, baixo e violão), pelo pernambucano e ex-Mundo Livre S/A Marcelo Pianinho (percussão, bandolim e cavaquinho) e pelo baterista da banda Bazar Pamplona, o paraense Rodrigo Caldas (voz e bateria).

Quando lançou seu primeiro registro fonográfico, o compositor entusiasmou o público e surpreendeu a crítica, acostumados ao marasmo reinante na época em Porto Alegre. À vésperas do surgimento de bandas como Bidê ou Balde, Cachorro Grande e Vídeo Hits, Manzi foi como uma lufada de vento a prenunciar a enxurrada criativa que movimentaria a cena porto-alegrense nos anos seguintes.

“Radicado” em São Paulo desde 2000, onde atua como professor universitário, o músico e jornalista desenvolve atualmente pesquisa de doutorado sobre poesia e mídia, na Unicamp, e participa do grupo de música improvisada Olho Caligari.

Ouça músicas do disco 340 Exigências de Camarim

Ouça o trabalho do grupo Olho Caligari

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PORTO ALEGRE

10º Festival de Música de Porto Alegre abre inscrições

As inscrições para o 10º Festival de Música de Porto Alegre estão abertas até o dia 31 de outubro no Auditório Araújo Vianna (avenida Oswaldo Aranha, S/Nº - Coordenação de Música) e na Usina do Gazômetro (avenida João Goulart, 551 – Coordenação de Descentralização).

Como ocorre desde a primeira edição do festival, as inscrições são feitas por região, respeitando as 16 regiões do Orçamento Participativo. Entretanto, os pré-classificados das oito regiões com menor número de inscritos se apresentarão junto aos pré-classificados das regiões com maior número de inscritos, conforme proximidade geográfica.  Os classificados em primeiro lugar em cada uma das 16 regiões disputam a final, na qual serão selecionados três vencedores. Estes concorrem à superfinal com outros dez artistas com carreira consolidada e discos gravados.

Os três primeiros classificados na final recebem os prêmios de R$ 2.000,00, R$ 1.000,00 e R$ 500,00, respectivamente. Os três primeiros classificados na superfinal recebem R$ 5.000,00, R$ 2.500,00 e R$ 1.000,00, respectivamente. Assim, os vencedores da final têm a oportunidade de receber dois prêmios em dinheiro.

As etapas final e superfinal, tradicionalmente realizadas no Auditório Dante Barone da Assembléia Legislativa, este ano ocorrem no Bar Opinião, onde será gravado, ao vivo, o CD duplo com as músicas participantes das fases final e superfinal.

O Festival de Música de Porto Alegre é uma realização da Coordenação de Música da Secretaria Municipal de Cultura (SMC) e da Descentralização da Cultura da Prefeitura de Porto Alegre. O festival já revelou importantes nomes da nossa música, como Ana Krieger, Bataclã FC, Caetano Silveira, Fausto Prado e Karine Cunha.

Mais informações pelos telefones da Coordenação de Música (33116942) e da Descentralização da Cultura (32898115).

Acesse o regulamento do festival

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PORTO ALEGRE

Les Responsables alarga as fronteiras do rock franco-gaúcho

Após exitosa viagem a São Paulo, a banda franco-gaúcha Les Responsables se prepara para ampliar seus domínios além-mar. Com seu rock autoral baseado nas bandas sixties francesas, eles participaram na última semana da programação de uma rádio inglesa e intensificam as negociações com selos europeus para o lançamento do primeiro disco.

Na primeira semana de agosto eles tocaram nos bares paulistanos Astronete e Berlin, participaram do festival C´Est si Bom, voltado para manifestações culturais francesas, e gravaram o programa Estúdio Show Livre, publicado no site showlivre.com. Segundo o baterista Diego Cartier, “os shows foram todos com as casas cheias, o povo dançando, agitando, se divertindo e vindo falar com agente depois, dizendo que gostaram e pedindo CD”.

Formada pelo francês Erwan Pottier (voz), o descendente de franceses Diego Cartier (bateria) e os gaúchos Felipe Faraco (baixo) e Gabriel Guedes (guitarra), Les Responsables surgiu do encontro de Pottier e Cartier durante um show em homenagem ao cantor Serge Gainsbourg, em Porto Alegre. A idéia inicial da banda era fazer cover de Jacques Dutronc, roqueiro francês. “Mas como o resultado acabou sendo melhor que o esperado e o retorno foi tão grande, decidimos deixar de só fazer versões e começamos a compor”, conta Cartier.

Apesar das composições serem cantadas todas na língua francesa, a sonoridade da banda recebe influências americanas e inglesas, como John Lee Hooker e The Who. A presença de Gabriel Guedes (da Pata de Elefante), sentando o laço na guitarra, dá o tom de que estamos na terra do minuano e do sol que racha. Nesse caso, a alcunha de Gauleses Irredutíveis (título do livro dos jornalistas Alisson Ávila, Cristiano Bastos e Eduardo Müller sobre o rock gaúcho) não poderia se ajustar melhor.

Ouça músicas da banda

Assista o programa no Estúdio Show Livre

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PORTO ALEGRE

Paulo Scott lança segunda edição do livro Ainda Orangotangos

O escritor Paulo Scott lança hoje, 15, às 19h, a segunda edição do livro Ainda Orangotangos, pela editora Bertrand, na livraria Palavraria (rua Vasco da Gama, 165). Esgotada há dois anos, a primeira edição foi lançada em 2003, pela editora Livros do Mal. Segundo o autor, a nova edição traz alterações: “Há muitas modificações sutis, que reforçam a objetividade narrativa, inclusive modificando, em dois casos, o final que fora concebido na primeira edição”.

Pela lente do diretor Gustavo Spolidoro, o livro virou filme, com trilha sonora de bandas gaúchas como Arthur de Faria e Seu Conjunto, Damn Laser Vampires, Pata de Elefante e Superguidis. Além de incentivar a cena local, a trilha resgata as clássicas Morte por tesão, dos Cascavelettes, numa versão da Damn Laser Vampires, e Festa punk, dos Replicantes, transformada em polka por Arthur de Faria.

Na opinião de Scott, a trilha se revelou parte fundamental da narrativa do filme, rodado em Porto Alegre num plano-seqüência de 81 minutos. Para a criação do longa, Spolidoro recebeu carta branca do autor para reinventar como quisesse o universo do livro: “O que ele fez é obra nova; é outra coisa, outra linguagem, outra visão. Do livro, o quê se vê com nitidez é a ousadia estética e a estranheza narrativa conduzida sem medo”, observa Scottt. Na reconstrução da história, o diretor se baseou sobretudo nos contos Robalos, Pusilânimes no café da manhã, O molusco e o esquizóforo, Martin, Venâncio com João Pessoa e Gentalha.

Essa não é, entretanto, a primeira vez que a obra de Scott flerta com a música. A primeira edição trazia encartado um CD com 22 vinhetas compostas pelos músicos porto-alegrenses Flu e 4Nazzo, sugerindo climas e atmosferas para a leitura. No mesmo ano, o escritor participou da organização do evento lítero-musical Póquet: Ruído e Literatura – Escritores que Tocam, Músicos que Escrevem. Rompendo os limites entre a duas áreas, o projeto reuniu artistas das letras e da música em diversos bares noturnos da capital e na 49ª Feira do Livro de Porto Alegre.

O livro, que deflagrou a projeção nacional de Paulo Scott, recebe agora a reafirmação de seu valor literário e consagra a idéia de que a verdadeira arte só conhece o sucesso quando assume todos os riscos. “Tive a sorte de lançá-lo em um momento singular da literatura nacional. Os leitores e as editoras entenderam a minha intenção, as minhas pequenas transgressões, as minhas batalhas em torno de possíveis éticas. É possível que em período anterior, minha ousadia não tivesse causado a menor repercussão”, analisa Scott.

Dia 29 de outubro, às 16h30, o escritor estará no Pavilhão de Autógrafos da 53ª Feira do Livro de Porto Alegre.

Acesse o site oficial do filme Ainda Orangotangos

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SAPIRANGA

MorroStock começa hoje com festa punk

Começa hoje, 11, o festival MorroStock, no Bar do Morro (estrada do Carlão, s/n - em frente ao campo de pouso do morro Ferrabrás), em Sapiranga. A partir das 22h, as bandas européias Rattus e See You in Hell se apresentam ao lado das gaúchas Replicantes, Pupilas Dilatadas, Músicas Intermináveis Para Viagem e Redrum. O festival se estende até domingo, com shows de Wander Wildner, Locomotores, Jimi Joe, Graforréia Xilarmônica, Dead Fish, entre outros.

Formada em 1978, a banda finlandesa Rattus é uma referência na história do movimento punk e se encontra em turnê pelo Brasil junto à tcheca See You in Hell. “São bandas que mostram como existe um movimento independente, que sobrevive ao tempo sem a grande mídia; faz tour internacional sem gravadora. É o verdadeiro punk, gente que faz sem nem mesmo poder viver do que faz”, avalia a vocalista dos Replicantes Julia Barth.

Na expectativa de encontrar um público formado por aficionados do punk e do hard core, Os Replicantes selecionaram o que há de mais agitado em seu repertório. Atualmente com um single na praça, Solo é pra minhoca, eles preparam repertório para um disco de inéditas, com lançamento previsto para o início de 2008.

O insólito da presença das atrações internacionais em um festival ainda mais inusitado, reunindo em meio à natureza, durante quatro dias, excelentes bandas da cena independente, é motivo suficiente para jogar uns tarecos na mochila e subir o morro. “Acho que é uma grande empreitada. Muito corajosa. Não temos esse tipo de iniciativa normalmente, mas é fundamental para mexer com a cena gaúcha”, considera Julia.

Confira a programação completa do festival e os pontos de venda de ingressos

Leia mais sobre o MorroStock

Ouça a banda Rattus

Acesse o site oficial dos Replicantes

Acesse o site do Bar do Morro

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SAPIRANGA

Festival MorroStock reúne mais de vinte bandas de quinta a domingo

Começa nesta quinta-feira o festival MorroStock, que reunirá mais de vinte bandas no Bar do Morro (estrada do Carlão, s/n - em frente ao campo de pouso do morro Ferrabrás), em Sapiranga. Com camping, praça de alimentação, equipe de segurança e transporte gratuito, o evento vai até domingo, com atrações gaúchas, capixabas e européias.

As duas primeiras noites do festival estão reservadas para bandas de punk rock, com destaque para a finlandesa Rattus, See You in Hell, da República Tcheca, Dead Fish, do Espírito Santo, e a gaúcha Os Replicantes. Sábado é a noite rio-grandense por excelência, com shows da Graforréia Xilarmônica, Locomotores, Wander Wildner, entre outros. Apostando no talento da cena local, o festival encerra na tarde de domingo com a participação de cinco bandas de Sapiranga.

O festival é uma realização dos produtores Paulo José Barcelos e Liliane Pereira, em parceria com o Bar do Morro. Conforme Liliane, fazer um grande festival era um antigo sonho: “Sempre quisemos organizar um festival de mais de um dia, com bandas de diferentes estilos e lugares”. “Aproveitando a vinda para o Brasil da banda Rattus em turnê com a banda See You in Hell, a idéia do festival tomou força”, conta Barcelos.

Além das atrações musicais, o MorroStock abrange outras atividades como exibição de filmes, debates, plantio de mudas e sementes ecológicas, trilhas e vôo livre. A organização do evento oferece Van gratuita da rodoviária de Sapiranga até o local do evento, e vice-versa, em horários especiais. Trajeto rodoviária/festival, de quinta a sábado, das 18h à 1h, de meia em meia hora. Trajeto festival/rodoviária, de sexta a domingo, das 5h30 às 9h30, também de meia em meia hora.

O evento tem apoio da Prefeitura de Sapiranga, da Associação Gaúcha de Vôo Livre, da Unisinos FM e de empresas como Back in Black, Libretos, Lottus, Classic Rock, Tirage Serigrafia, Brutal, Toksom, Mundo Under, Toda Música e Teko Tattoo.

Ingressos antecipados a R$ 15,00 ou R$ 20,00 no local. A compra de ingressos para duas noites dá direito a passe livre no domingo. Camping gratuito na compra de ingressos para três noites.

Mais informações pelos telefones (51) 3268-3105 e 9148-8043 ou pelo e-mail: morrostock@terra.com.br

Confira a programação completa do festival e os pontos de venda de ingressos

Acesse o site do Bar do Morro

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PORTO ALEGRE

Jorge Foques participa do projeto Tradisons

O compositor Jorge Foques ministra a oficina Áfrika Language, amanhã, 9, às 19h30, na sala 505 da Usina do Gazômetro (avenida Presidente João Goulart, 551). A atividade integra o projeto de estudos permanentes Tradisons. A entrada é franca.

Afrika Language é fruto de pesquisa realizada por Foques sobre línguas africanas desde 1988, quando se comemorava o centenário da abolição da escravatura no Brasil. “A forma como eu posso traduzir as minhas obras, ou criá-las diretamente em uma língua que eu não domínio, é cada vez mais instigante e eu não saberia mensurar este gosto”, conta o compositor.

Em abril, a pesquisa foi apresentada ao público porto-alegrense em formato de show, no Teatro de Câmara Túlio Piva. Agora, Foques apresenta o resultado de seus estudos num ambiente mais propício ao diálogo. No decorrer da oficina, ele traduzirá canções escritas nas línguas Cinyanja e Ioruba, conversará sobre a sonoridade e as coreografias do show e apresentará as diferenças e semelhanças entre diversos ritmos de origem afro, como Mambo, Rumba, Kumbia, Candombe, Samba, Limbo e Lambada.

O projeto Tradisons, coordenado pelos músicos Filipe Correia (França), Gerard Künde (Alemanha) e Renato Velho (Rio Grande do Sul), ocorre uma vez por mês, sempre às terças-feiras, na sala 505 do Gazômetro. O objetivo do projeto é promover estudos sobre manifestações folclóricas de diferentes culturas.

Acesse o blog de Jorge Foques

Assista vídeo do projeto Tradissons

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CANOAS

Locomotores divulgam disco de estréia

A banda Locomotores se apresenta hoje, às 23h, no Estúdio Rock Bar (avenida Victor Barreto, 3702 – Centro de Canoas). As bandas Elos e Loko’s D’Bira fazem os shows de abertura. Ingressos a R$ 15,00.

O evento integra a turnê de lançamento do primeiro disco da banda. Lançado em julho, com tiragem inicial de duas mil cópias, o CD pode ser adquirido em lojas especializadas, ou diretamente com os músicos após os shows.

Na empreitada de divulgação do disco e dos shows, o clipe da música Nessa vida tem se revelado um valioso material, por mostrar a cara da banda sem enredo, personagens ou efeitos especiais. Dirigido por Bel Merel e finalizado por Rafael Rodrigues, o clipe chama a atenção pela qualidade da locação, pelo êxito da montagem e pela garra roqueira de Alexandre “Papel” Loureiro (bateria e backing vocal), Jerônimo “Bocudo” (baixo e backing vocal), Luciano Leães (teclados e vocal), Márcio Petracco (guitarra e backing vocal) e Maurício Chaise (guitarra e vocal).

Enquanto realizam shows pelo interior do estado e em Santa Catarina, os Locomotores planejam, para os próximos meses, uma subida ao centro do país. “A grande dificuldade no momento para marcar os shows é o fato de que todos na banda acumulam funções, já que não temos uma pessoa que venda nossos shows”, explica o baixista.

Acesse o site oficial

Assista o clipe de Nessa vida

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PORTO ALEGRE

Clube dos Criadores promove show com bate-papo no sábado

O Clube dos Criadores recebe Bruno Antunes e sua Turma amanhã, 5, às 18h, no auditório Luís Cosme, 4º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (rua dos Andradas, 736). Ingresso a R$ 5,00.

Idealizado pelos amigos Gustavo Parise Cassel, 22 anos, estudante de Direito, e Rafael de Albuquerde, 21 anos, estudante de Publicidade e Propaganda, o projeto tem como objetivo abrir espaço para os artistas locais que desenvolvem trabalho autoral. “Muitos músicos possuem bandas covers para tocar na noite e pagar as contas, mas muitos deles também possuem trabalhos próprios, porém não possuem o espaço adequado para mostrá-los. Queremos encontrar e ajudar os músicos a divulgar sua arte”, diz Gustavo.

Para cada edição do Clube dos Criadores é elaborado um cenário especial, inspirado no estilo do artista convidado. Para a banda Carne de Panela, por exemplo, foram colocadas mesas de jantar e quitutes, para Nenung, dos Darma Lóvers, velas e pétalas de rosa e, para Julio Reny, montou-se um bar e foram servidas cervejas para os presentes. “A idéia é essa, deixar todos que lá estiverem bem a vontade”, explica o estudante de Direito.

A interação entre os participantes do Clube se deve em grande parte à atriz Anelise Caldini, que apresenta os artistas e convida o público a fazer perguntas e compartilhar idéias. Para Gustavo, o diferencial do projeto “é o contato direto com o artista, a forma sincera e direta com que ele se apresenta e se relaciona com o público”. De fato, a idéia de clube não está apenas no nome; a intenção dos produtores do evento é aproximar palco e platéia e formar um círculo de amigos.

“Os artistas que lá se apresentam, invariavelmente, tornam-se nossos amigos. O público torna-se parceiro. Assim, aos poucos, podemos pensar em produções maiores”, comenta Gustavo. “O público que tem ido está entendendo a idéia, se propondo a ajudar na divulgação e também a participar”, diz. Conforme Rafael, essa dinâmica possibilitou a escolha do convidado desta edição, Bruno Antunes, “um espectador do Clube dos Criadores oferecendo-se para criar algo novo e apresentar no próprio Clube”. Neste sábado, Antunes apresenta o espetáculo de teatro, música e dança Um Lugar Diferente.

A divulgação dos shows fica por conta dos sócios do Clube, da distribuição de flyers , e-mails e do blog do projeto, sempre atualizado com vídeos, fotos e textos. Para o futuro, a dupla planeja lançar um DVD com trechos dos shows e depoimentos dos artistas. Em novembro, o Clube do Criadores recebe Ronald Augusto, dos poETs, (dia 10), e o cantor e compositor Nelson Coelho de Castro (dia 24). O músico Arthur de Faria é o convidado do dia 1º de dezembro.

Mais do que levar para o Clube reconhecidos talentos da cena gaúcha, a idéia do projeto é dar visibilidade aos criadores ainda desconhecidos. “Pretendemos fixar cartazes procurando novos Chicos Buarques, novos Caetanos, novos ‘Joões’ Gilbertos”, anuncia Gustavo.

Acesse o blog do Clube dos Criadores

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SÃO PAULO

Fruet e Os Cozinheiros fazem show surpresa na FunHouse

Fruet e Os Cozinheiros tocam hoje, 4, em São Paulo, abrindo o show da banda Bullet Trio, na FunHouse (rua Bela Cintra, 567 – Consolação), às 23h.

De passagem por Sampa para tratar de projetos futuros, os músicos gaúchos se valeram da ocasião para divulgar o disco O Som do Fim ou Tanto Faz, lançado em 2006. “Foi na surpresa; surgiu o convite e vamos aproveitar a oportunidade para apresentar o trabalho”, conta Fruet.

Uma das últimas produções da banda é o clipe de Que se faz?, uma co-produção internacional de baixíssimo custo. Dirigido por Luis Otavio Feldens e Muriel Paraboni o clipe foi rodado em Porto Alegre e San Francisco (EUA). Gravado em Mini-DV, sem equipamentos de luz, no melhor estilo câmera na mão, o clipe surpreende pelo acabamento profissional.

No show de hoje, eles devem apresentar canções do primeiro disco e inéditas do próximo trabalho, que será em inglês.

Veja o clipe da música Que se faz

Ouça músicas do disco O Som do Fim ou Tanto Faz

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PORTO ALEGRE

Música na Travessa promove shows gratuitos na CCMQ

A partir de amanhã, 4, o público porto-alegrense conta com mais um espaço para assistir shows gratuitos. Trata-se do projeto Música na Travessa, que ocorrerá todas as quintas-feiras, às 12h30, na Travessa dos Cataventos, na entrada da Casa de Cultura Mário Quintana (rua dos Andradas, 736).

“Muita gente passa por aqui no horário de almoço e resolvemos oferecer música de qualidade para esse público”, explica o diretor interino da CCMQ André Vaccari, comentando os motivos da implementação do projeto. Conforme Vaccari, o evento integra a nova safra de projetos da Casa, como as aulas de balé clássico para crianças deficientes visuais, coordenadas pela bailarina Jussara Miranda, da Cia. Muovere de Dança.

O Música na Travessa pretende ser um espaço reservado para estilos como o chorinho, o jazz e a música barroca. Na edição de amanhã, o projeto traz o bandolinista pernambucano Roberto do Vale. Dia 11, o vocalista da banda gaúcha Les Responsables, o francês Erwan Pottier, interpreta clássicos da música francesa e composições de Serge Gainsbourg. Dia 18, o trompetista gaúcho Jorginho do Trompete apresenta um repertório calcado na bossa nova e no jazz. O grupo porto-alegrense Choro Alegre faz show no dia 25.

As apresentações tem duração de aproximadamente quarenta minutos.

Acesse o site da Casa de Cultura Mário Quintana

Ouça canções da banda Les Responsables

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PORTO ALEGRE

Nelson Coelho de Castro faz show domingo no Teatro de Arena

Nelson Coelho de Castro faz show amanhã, 30, às 20h, no encerramento da Mostra de CD’s independentes, que se realiza desde terça-feira no Teatro de Arena (Borges de Medeiros, 835 - altos do viaduto). A apresentação também integra a programação dos 40 anos do teatro e comemora os 30 anos de carreira do compositor. Ingressos a R$ 10,00 ou R$ 5,00 para classe artística, idosos, estudantes e Clube do Assinante ZH.

Em 1977, Nelson Coelho de Castro estreava seu primeiro espetáculo, O Crocodilo Chorou, com direção de Luciano Alabarse e produção de Dedé Ribeiro. Durante sete semanas, Nelson e o Grupo Olho da Rua (Clóvis Holthausen na percussão, Luís Antônio Catafesto na flauta e bandolin, Paulo Kielling no baixo e Junior Vargas, Oscar Silva e Suzana Castro e Souza nos vocais) se apresentavam no horário “maldito” da meia-noite, logo após o término de uma peça do ator e diretor Jairo de Andrade, criador do Teatro de Arena.

“Tínhamos uma hora para desmontar o cenário da peça e montar o nosso, mais a sonorização, mais afinar a luz, colocar os instrumentos, tudo com a gente. Depois de acabar o show, se desmontava tudo e remontava o cenário do Jairo. Às três da manhã ainda dava tempo de comer um carreteiro numa churrascaria que ficava aberta, na Getúlio Vargas, o Itabira”, lembra o cantor.

Ainda desconhecido e sem qualquer patrocínio, o sucesso de tamanha empreitada foi uma verdadeira façanha. Na opinião de Nelson, tal êxito se deve em parte ao espírito característico da época: “Essa geração comungava desse espírito, de ideologia de bando, de estar junto, participar, armar. Pois o ‘monstro’ estava comendo gente, sumindo gente, torturando gente. Ficar junto não era apenas uma resistência; era a única saída”.

No show de amanhã, Nelson mostra o repertório de seu último CD, Da Pessoa, e puxa da memória alguns temas do espetáculo de 1977, como Amor e dor, Tutelada rama e Magricela (as três ainda sem registro fonográfico). Outras canções de O Crocodilo Chorou foram gravadas em diferentes discos, ao longo da carreira do compositor, como Rasa calamidade e Águias (LP Paralelo Trinta, de 1978), Faz a cabeça (compacto de 1979) e Futebol (CD Da Pessoa, de 2002). Representando o Grupo Olho da Rua, a irmã de Nelson, Suzana Castro e Souza, também participa do show.

A Mostra de Cd’s Independentes de Porto Alegre foi montada pela primeira vez em 1998 pelos músicos Flora Almeida, Márcio Celi e Nanci Araújo. Na edição deste ano, o público pôde conferir a discografia gaúcha independente, assistir três shows diários e participar de oficinas.

Leia mais sobre a Mostra de Cd's Independentes

Confira a programação completa do evento

Acesse o blog de Nelson Coelho de Castro

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PORTO ALEGRE

PortoPoesia termina hoje com show dos poETs

Encerra hoje, 29, a programação do festival PortoPoesia, realizado desde quinta-feira no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (rua dos Andradas, 1223). O evento reúne poetas, escritores e músicos para debater e compartilhar a poesia produzida na capital. Com show acústico do grupo Os poETs, às 21h, o festival se despede acenando para a segunda edição, em 2008.

Os poETs apresentam um recital poético-musical com temas do CD Música Legal com Letra Bacana (2005) e canções inéditas. “Também vamos fazer a primeira audição de uma nova, chamada Letra para o assovio do passarinho”, adianta o vocalista Ricardo Silvestrin. A show abre com leitura de poemas dos integrantes da banda formada por Alexandre Brito (violão e voz), Ricardo Silvestrin (voz) e Ronald Augusto (violão e voz).

Pela diversidade de atividades desenvolvidas nos três dias da primeira edição do festival, o PortoPoesia deve se tornar, a partir de 2008, mais um importante evento do calendário anual da cultura porto-alegrense. Para o poeta Mário Pirata, a força do evento está na construção coletiva dos poetas. A organização contou com a participação de mais de 50 artistas. “E ainda está faltando gente e linhas de trabalho que não conseguimos buscar nesta primeira edição”, considera Pirata.

Leia mais sobre o PortoPoesia

Confira a programação completa no blog do festival

Acesse o site oficial dos poETs

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PORTO ALEGRE

Os Arnaldos recebem Carne de Panela em Baile Psicodélico

A banda Carne de Panela é a convidada deste sábado, 29, no projeto Baile Psicodélico. Realizado uma vez por mês no Garagem Hermética, o evento é uma realização da produtora Rei Magro (responsável pelos projetos Segunda Maluca e Ocidente Acústico) e conta sempre com a presença da banda Os Arnaldos e discotecagem de Marília Feix, Sabrina Hormich e DJ Jamaica. A função começa às 23h e o ingresso custa R$ 10,00.

Em atividade desde 1993, Os Arnaldos são talvez a mais antiga banda gaúcha a interpretar clássicos dos Mutantes e da carreira solo de Arnaldo Baptista. “Quando começamos, não tínhamos a mínima intenção de durar tanto tempo, mas ponto positivo é este, de pessoas falarem para gente que conheciam pouco o trabalho deles e foram se informar sobre a obra dos Mutantes e do Arnaldo”, conta Márcio Ventura, vocalista da banda e proprietário da produtora Rei Magro.

Além de Arnaldo, Mutantes e canções da Tropicália e de Jorge Mautner, o repertório da banda também inclui composições próprias. “A idéia é cada vez mais aumentar as músicas autorais, para uma hora virarmos só uma banda autoral”, diz o vocalista. Formada por Luciano Bolo Bang (bateria), Márcio Ventura (voz), Jeff Guty (baixo e voz) e Sergio Tavares (guitarra e voz), a banda lançou no início do ano o clipe da música “Dia de gafanhoto”, dirigido por Valdir Antunes. No verão de 2008, Os Arnaldos devem finalizar as gravações de seu primeiro disco.

A convidada Carne de Panela apresenta uma mpb autoral com forte influência de jazz e letras inteligentes assinadas pelo vocalista Mathias Velho. No show de amanhã a banda toca o repertório de seu disco de estréia, ainda em fase de gravação.

Assista o clipe da música Dia de gafanhoto

Ouça Os Arnaldos no Trama Virtual

Acesse o blog da banda Carne de Panela

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PARANÁ

Apanhador Só toca em Curitiba e Maringá

A Apanhador Só toca hoje, 28, em Curitiba, no Porão Rock Club (rua Carlos Cavalcanti, 1.188), a partir das 23h. Amanhã a banda se apresenta em Maringá, no Tribo’s Bar (avenida Getúlio Vargas, 29), a partir das 23h.

No show de hoje a Apanhador Só é a convidada de Heitor e Banda Gentileza na terceira edição do projeto Gentileza Convida. A abertura do show fica por conta dos anfitriões e da banda Constanza. Sábado a Apanhador toca com Seres Inteligentes Vindos do Hiperurano, natural de Maringá.

Durante a mini-turnê, a banda concede entrevista à BandNews FM de Curitiba, às 18h30, e aparece no programa Enfoque, da TVE-PR, às 21h. Em Maringá o quinteto participa, às 17h, do programa Garagem, da Rádio Universitária Cesumar FM, voltado para a cena independente. “É a primeira vez que a gente sai do Rio Grande do Sul pra tocar dentro da Região Sul. Não temos nem idéia de como vai ser a recepção do público nos shows, e isso é maravilhoso”, conta o guitarrista e vocalista Alexandre Kumpinski.

O CD Embrulho Pra levar,remasterizado e ampliado, deve ser re-lançado em breve pelo selo Peligro!. Como é característico da lógica de trabalho do selo paulista, a tiragem inicial será de cem cópias. “Acredito que esse disco venha mais pro fim de chegar até os ouvidos dos formadores de opinião. O selo Peligro tem esse perfil, de alcançar essa camada mais seleta de quem trabalha com música independente”, explica Kumpinski.

Assista vídeo-documentário na ZoomRS

Ouça entrevista na ZoomRS

Acesse o site oficial

Assista o clipe de Maria Augusta

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PORTO ALEGRE

Karine Cunha e Mario Pirata estréiam espetáculo no PortoPoesia

A cantora e compositora Karine Cunha e o poeta Mario Pirata estréiam amanhã, às 15h, o espetáculo Quando a Poesia Canta. O show integra a programação do festival PortoPoesia, que ocorre até sábado no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (rua dos Andradas, 1223). A entrada é franca em todo o evento, com retirada de senha uma hora antes de cada atividade.

No espetáculo, Karine Cunha toca violão e cavaquinho e canta músicas de sua autoria, feitas sobre poemas de Mario Pirata, que se encarrega da percussão e, entre uma canção e outra, fala alguns versos. Os poemas tem como tema o cotidiano, valorizando o encantamento pela palavra e exaltando as delícias da vida. Tudo ao sabor de ritmos como samba, frevo, milonga e canções de roda.

Quando a Poesia Canta é o primeiro trabalho da dupla e deve virar CD. “Este ano completei 50 anos de vida e ganhei este presente da vida: Karine me procurou e pediu poemas para musicar e fazer um disco. Além de dona de uma voz poderosa, compor, tocar, criar, essa artista menina ainda tem uma capacidade de invenção e uma ousadia criativa estupendas”, elogia o poeta.

Às 19h, ainda dentro das atividades do PortoPoesia, o músico Ângelo Primom, a atriz Ida Celina e o poeta Idésio Oliveira apresentam o sarau Versos para Instrumentos de Cordas, baseado no livro homônimo de Idésio.

Veja Karine Cunha e Mario Pirata no YouTube

Leia mais sobre o PortoPoesia

Confira a programação completa no blog do festival

Conheça a obra de Mário Pirata

Acesse o site oficial de Karine Cunha

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PORTO ALEGRE

Audiência pública debate economia da cultura

“Nosso país possui evidente vocação para tornar a economia da cultura um vetor de desenvolvimento, baseado na sua diversidade cultural e na sua alta capacidade criativa”. A declaração é da assessora especial do Ministro da Cultura Gilberto Gil, Paula Porta, durante audiência pública realizada na manhã de ontem no Plenarinho da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A audiência teve como objetivo debater o tema da economia da cultura à luz dos resultados da pesquisa divulgada pelo IBGE na segunda-feira, 17. A Pesquisa de Informações Básicas Municipais foi realizada em parceria com o Ministério da Cultura e delineou o perfil cultural dos municípios brasileiros. Além de Paula Porta, participaram do evento a administradora pública e economista Ana Carla Fonseca Reis e a consultora do Sebrae Nacional Valéria Barros, entre outras autoridades das áreas política e cultural.

Paula Porta considera que a economia cultural é, ao lado da economia do conhecimento, o que se têm chamado de “economia nova”, pela estreita relação que mantém com as novas tecnologias e por não se ajustar aos paradigmas da indústria cultural clássica. “O modelo da economia da cultura tende a ter a inovação e as constantes mudanças como aspectos a considerar em primeiro plano. As novas tecnologias, sobretudo a digital, criaram novos produtos, novas formas de produzir, de divulgar, de distribuir e de consumir”, disse a assessora. Para ela, um dos principais desafios ao desenvolvimento dos setores ligados à economia da cultura passa pela necessidade de dinamizar a distribuição, a circulação e a divulgação dos produtos culturais: “Esse tripé é hoje o maior gargalo do desenvolvimento de todos os segmentos da cultura. Sempre a distribuição é onde você tem a fragilidade desses setores”.

Segundo lugar no Prêmio Jabuti 2007 pelo livro Economia da Cultura e Desenvolvimento Sustentável – o caleidoscópio da cultura, a administradora pública da Fundação Getúlio Vargas, Ana Carla Fonseca Reis, traçou um histórico da economia da cultura para demonstrar que a complexa relação entre cultura e economia acompanha os produtores culturais desde o Renascimento. “Ao longo da história, a relação entre produção cultural e percepção de mercado já era muito flagrante. Essa visão de que o social e o cultural era desvinculado da economia não é verdadeira”, defendeu a administradora. Citando dados da Unesco, que indicam que 70% do comércio mundial de música está nas mãos de quatro grandes empresas, ela defende a criação de mercados e canais alternativos: “Caso contrário, a democracia de acesso passa a ser uma história da Carochinha”.

A consultora do Sebrae Nacional,Valéria Barros, avalia os produtos da economia da cultura como “produção limpa, que não polui, que é sustentável e que traz esses dados animadores para o Brasil”, referindo-se aos números da pesquisa divulgada pelo IBGE. “O segmento da economia da cultura é um segmento que precisa ainda se organizar, formar grandes redes de agentes culturais imbuídos de objetivos comuns, onde, não a competição, mas a competitividade se torna fator primordial para a sobrevivência desse elo da cadeia”, disse a consultora que, mais de uma vez durante a audiência, instigou os produtores gaúchos a se integrarem aos projetos desenvolvidos pelo Sebrae. Uma das iniciativas apontadas por Valéria é a criação da Bolsa de Negócios Sebrae, que consiste num “grande ambiente virtual onde fornecedores de produtos culturais podem anunciar seus serviços e mostrar para outras pessoas, como um grande classificado cultural”.

Proposta pelo deputado estadual Ronaldo Zülke e realizada pela Comissão de Economia e Desenvolvimento da Assembléia Legislativa, a audiência pública lançou as sementes de um importante debate sobre os rumos da cultura como fator de desenvolvimento, gerando trabalho e renda, e como forma de conhecimento para além do mero entretenimento.

Acesse a publicação da pesquisa realizada pelo IBGE em parceria com o MinC

Leia matéria e entrevista com Ana Carla Fonseca Reis

Conheça o site Bolsa de Negócios Sebrae

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PORTO ALEGRE

PortoPoesia começa amanhã no centro Cultural CEEE

Começa amanhã, 27, o festival PortoPoesia, organizado por mais de 50 personalidades ligadas à literatura. O evento será realizado no Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo (rua dos Andradas, 1223), a partir das 10h. Além dos poetas e escritores, o festival contará com a participação de músicos gaúchos.

Com atividades desenvolvidas de quinta a sábado, das 10h às 22h, a idéia do projeto é gerar a troca e o debate entre artistas locais e divulgar suas produções. “Estamos dando visibilidade às marés da poesia da cidade e nos perguntando o que é poesia, como se faz um poema, como ler um poema, como falar. Quem faz um poema vira poeta? O poeta diz algo que precisa ser ouvido? Qual é, se existe, a importância disso para o ar que respira uma cidade?”, indaga o poeta e organizador do projeto, Mario Pirata.

Durante os três dias do encontro, a afinidade entre música e poesia será realçada por meio de diversas atividades envolvendo artistas das duas áreas. Conforme Mario Pirata, a ligação entre música e poesia é inevitável, visto que possuem ambas a mesma origem: “O ser humano sempre cantou e, ao cantar, orava, suplicava, ornava seus pedidos e súplicas com a palavra. Continuamos nas cavernas, e olhando estrelas”.

Amanhã, às 21h, a Confraria Vaia apresenta um sarau lítero-sonoro. Na sexta-feira, às 15h, Mario Pirata e Karine Cunha apresentam o espetáculo infantil Quando a poesia canta e, às 19h, o poeta Idésio Oliveira, a atriz Ida Celina e o músico Ângelo Primom apresentam o sarau Versos para Instrumentos de Cordas. No sábado, às 21h, um recital poético-musical a cargo do grupo Os PoETs encerra o festival. Os quatro espetáculos serão realizados no Auditório Barbossa Lessa (4º andar).

Confira a programação completa no blog do PortoPoesia

Leia matéria sobre o pré-lançamento do festival, no site do Jornal Já

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PORTO ALEGRE

Mês Tim Maia encerra amanhã no Ocidente

O Mês Tim Maia termina amanhã com show da banda Tributo a Tim Maia, a partir das 22h, no Bar Ocidente (rua João Telles, esquina avenida Osvaldo Aranha). Ingressos a R$ 10,00. O evento integra a programação do projeto Ocidente Acústico.

A banda foi a primeira a prestar homenagem a Tim Maia no Rio Grande do Sul e se dedica a interpretar os grandes sucessos do cantor, como Descobridor dos sete mares, Do Leme ao Pontal, Não quero dinheiro, Primavera e Vale tudo. Integram o Tributo músicos de bandas em destaque na cena pop gaúcha: Black Master (o baixista Flávio Passos, o baterista Márcio Pexi e o vocalista Jorjão), Ultramen (o tecladista Leonardo Boff), além do ex-Vitória Sou Chico Paixão (guitarra) e do naipe de sopros formado por Anjinho do Trumpete (trumpete) e Rodrigo Siervo (sax).

“Tim Maia sempre influenciou fortemente as bandas em que atuamos e em seguida da morte dele, em 1998, resolvemos fazer o primeiro show homenageando o grande mestre da música brasileira”, conta Flávio Passos. Segundo ele, a intensa atividade dos membros da banda impõe uma rotina de trabalho diferenciada: “Não ensaiamos e procuramos nos apresentar quando há brechas nas agendas de todos”.

No último dia 6, a banda abriu o Mês Tim Maia, que nas edições seguintes contou com o Projeto Tim Maia Racional (dia 13) e Projeto Tim Maia Lado B (dia 20). Durante o show de amanhã, o Tributo a Tim Maia receberá integrantes dos outros dois projetos para celebrar o aniversário do ídolo, que completaria 65 anos na sexta-feira, 28.

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PORTO ALEGRE

Abertas inscrições para o Prêmio Açorianos de Música

Os artistas interessados em participar da 17ª edição do Prêmio Açorianos de Música podem se inscrever até 31 de dezembro no Auditório Araújo Vianna (Avenida Osvaldo Aranha, s/nº - Parque Farroupilha), de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Somente poderão concorrer produções apresentadas em Porto Alegre durante 2007.

Para participar basta o artista preencher a ficha de inscrição, indicando a categoria à qual pretende concorrer, e entregar três cópias do CD. Para a categoria Espetáculo do Ano é necessário três cópias de DVD, ou três ingressos (caso o espetáculo ainda não tenha ocorrido).

As cinco categorias – Música Popular Brasileira, Música Regional, Música Erudita, Música Instrumental e Música Pop – são subdivididas em Melhor Compositor, Melhor Disco, Melhor Instrumentista e Melhor Intérprete. Este ano, além dos prêmios únicos – Espetáculo do Ano, Melhor Grupo Musical, Revelação e Disco do Ano – foram criados os prêmios Melhor Arranjador e Melhor Projeto Gráfico.

Mais informações junto à Coordenação de Música da Prefeitura de Porto Alegre pelos telefones (51) 3311-5336 / 3311-5627.

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Marietti Fialho faz show na Mostra de Cd’s Independentes

Marietti Fialho canta hoje, 25, às 20h, no Teatro de Arena (Borges de Medeiros, 835 - altos do viaduto). O show integra a programação da Mostra de CD’s Independentes de Porto Alegre e terá as participações especiais do guitarrista Rafael Santos e das cantoras Daniela Xavier e Gabi Ferretti.

No repertório, a cantora porto-alegrense apresenta composições de sua autoria e interpreta canções dos gaúchos Álvaro Luthi, Antonio Gedair, Chico Ferretti, José Krug e Xico Mestre, além de autores do centro do país, como Djavan e João Donato. Sua banda de apoio é formada por Álvaro Luthi (baixo), César Audi (bateria), Chico Ferretti (teclado) e James Liberato (guitarra).

Marietti iniciou sua carreira em 1990 como backing vocal da banda de reggae Motivos Óbvios, passando a vocalista no ano seguinte. Em 2000, já com trabalho solo, recebeu o Prêmio Açorianos de Música, na categoria Melhor Intérprete Pop Rock. Com planos de lançar um CD independente em 2008, a cantora considera a iniciativa da Mostra uma oportunidade tanto para os artistas quanto para o público: “É o momento do público ter outra opção. É a chance de encontrar talentos que não estão na mídia”.

A programação do evento ainda prevê oficina gratuita de violão, às 17h, com o compositor Beto Bolo (ex-integrante do Tambo do Bando) e shows com Manoel Tchambo (18h) e Sangar (18h30).

Confira a programação completa do evento

Leia mais sobre a Mostra de Cd's Independentes

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PORTO ALEGRE

Mostra de Cd’s Independentes começa amanhã

A Mostra de CD’s Independentes de Porto Alegre ocorre de 25 a 30 de setembro no Teatro de Arena (avenida Borges de Medeiros, 835 - altos do viaduto). Durante o evento serão realizados shows, oficinas, exposição de fotografias e venda de CD’s. As atividades integram as comemorações dos 40 anos do Teatro de Arena.

De terça a domingo, o público terá acesso à discografia gaúcha independente e poderá assistir shows de artistas como Adriane Müller, Angélica Rizzi, Eduardo Solari, Flora Almeida, Ilse Lampert, Jottagá, Karine Cunha, Manoel Tchembo, Marietti Fialho, Mário Falcão, Nanci Araújo, Necka Ayala, Nelson Coelho de Castro, Osmarmotta, Paulo Désmer, Grupo Vocal Os Povoeiros, Rosa Franco, Sangar e Zé Caradípia.

Tradicional desde 1998, a Mostra surgiu da iniciativa dos músicos Flora Almeida, Márcio Celi e Nanci Araújo. De acordo com Nanci, tudo começou a partir da constatação de que havia uma grande produção de CD’s no Rio Grande do Sul que não estava recebendo a merecida visibilidade. “Em 96 eu tinha visitado a ExpoCD no Rio Centro, no Rio de Janeiro, e achei que um formato menor daria para construir aqui em Porto Alegre. Quando o Celi me convidou para montar a  Mostra de CDs junto com a Flora Almeida, foi um sucesso”. Dos 40 títulos previstos, o catálogo do evento passou para 250.

De 1999 a 2002, a Mostra cresceu e se integrou à Feira do Disco de POA, na Praça da Alfândega, em parceria com o Clube do Disco e a Coordenação de Música da Prefeitura. Durante esse período, se tornou itinerante e percorreu diversas regiões do estado, sempre com o propósito de diminuir a distância entre músico e público, além de fortalecer o vínculo e proporcionar a troca de informações entre os artistas gaúchos. “Num mundo tão globalizado e desumano, estarmos juntos é uma forma de fortalecer nossa arte e abrir caminhos de luta e trabalho”, defende Nanci.

Os músicos interessados em expor seus discos independentes poderão se inscrever a partir da tarde de hoje, 24, no próprio Teatro de Arena. Mais informações pelos telefones (51) 8445-2382 e 3226-0242.

Confira a programação completa do evento

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Proveitosa Prática e Zumbira e Os Palmares

tocam amanhã no Opinião

Proveitosa Prática e Zumbira e Os Palmares tocam amanhã, 24, no bar Opinião. As bandas sobem ao palco a partir das 22h para divulgar seus CD’s de estréia. Ingressos a R$ 15. Antecipados, R$ 10

Com projeto aprovado pelo Fumproarte, a Proveitosa Prática gravou seu primeiro disco entre julho e novembro de 2006. Lançado em maio, no Teatro Renascença, o CD é vendido em shows e pelo e-mail pp@proveitosapratica.com.br . Conforme o baixista Leonardo Brawl, a banda está entusiasmada com as vendas: “Já estamos tentando um contrato com algum selo para nova prensagem e também um contrato de distribuição que seja bom”.

Rocksamba, primeiro CD de Zumbira e Os Palmares, foi gravado entre 2005 e 2006 e lançado no início de 2007. O disco foi disponibilizado para download no site da revista carioca MP3 Magazine e, em breve, estará disponível na página oficial da banda. “Acreditamos que isso funciona mais como divulgação e exposição para bandas que ainda batalham por seu espaço no cenário”, considera o vocalista, guitarrista e compositor Zumbira. Com tiragem de mil exemplares, o CD é vendido nos shows por R$ 12.

As apresentações de amanhã à noite fazem parte do projeto Segunda Maluca e são a ocasião perfeita para quem quer sacudir o esqueleto, ouvir música feita no capricho e prestigiar a cena independente gaúcha.

Leia resenha de RockSamba na ZoomRS

Site oficial Zumbira e Os Palmares

Site oficial Proveitosa Prática

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Vinte canções disputam o 2º Laçador do Canto Nativo

Ocorre neste fim de semana o 2º Laçador do Canto Nativo, festival nativista promovido pela Prefeitura de Porto Alegre. De sexta-feira a domingo, sempre a partir das 20h30, o festival será realizado no Centro de Eventos da Cultura Gaúcha do Parque da Harmonia, na avenida José Loureiro da Silva.

Sexta e sábado serão realizadas as etapas eliminatórias, com a apresentação de dez canções em cada noite. No domingo, se apresentam as 12 finalistas. Os shows de encerramento ficam por conta da cantora Oristela Alves (sexta-feira), do coletivo de jovens intérpretes e compositores Buenas e M’espalho (sábado) e do cantor e compositor Rui Biriva (domingo).

Foram selecionadas vinte composições, das 350 inscritas. A comissão avaliadora é formada por Alcy Cheuiche (poeta e escritor), Celau Moreyra (regente da OSPA), Fátima Gimenez (cantora), Geraldo Flach (compositor), Ivo Ladislau (poeta e compositor), Maria Luiza Benitez (cantora) e Rodrigo Bauer (poeta e compositor).

O prêmio para a canção vencedora é de R$ 4 mil. O segundo e o terceiro lugar recebem R$ 2.500 e R$ 1.500, respectivamente. Para as categorias de Melhor Instrumentista, Melhor Intérprete, Melhor Conjunto Vocal e Melhor Arranjo o prêmio é de R$ 500. Para as categorias Canção Sobre Porto Alegre e Pesquisa Folclórica, R$ 750. O Cd do festival deve conter as vinte músicas concorrentes e tem lançamento previsto para novembro.

Conforme Vinícius Brum, coordenador de nativismo da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre e presidente da comissão municipal da Semana Farroupilha, a segunda edição do evento consolida “um modelo que já deu certo”. Após diversas tentativas, desde os anos 80, de criar a tradição de um festival nativista em Porto Alegre, o Laçador do Canto Nativo surge com o diferencial de contar com o respaldo da organização do Acampamento Farroupilha. “Nossa intenção é aproveitar o evento para que a gente afirme o Laçador como o grande evento nativista da capital”, considera Brum.

Confira a programação do festival

Baixe as letras das músicas

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Fruet e Os Cozinheiros fazem show especial no Elo Perdido

O cantor, compositor e produtor Marcelo Fruet toca amanhã, 19, às 22h, no bar Elo Perdido (João Alfredo, 533 - Cidade Baixa), com sua banda Os Cozinheiros, formada por André Lucciano (bateria), Leonardo Brawl (baixo) e Nicola Spolidoro (guitarras).

Divulgando o “disco-objeto” O Som do Fim ou Tanto Faz, o show promete novidades. Conforme Fruet, será um show peculiar, especialmente adaptado ao espaço físico e à acústica do bar. “Faremos um show com mais jazz no repertório, apresentando também canções novas, do próximo trabalho”, adianta.

Para a distribuição do CD, lançado de modo independente em 2006, Fruet conta basicamente com a venda em shows. Isso não impediu, entretanto, que a música Que se faz fosse veiculada na última edição do programa Big Brother Brasil. “Foi uma coisa muito louca, nem acreditei. Um disco sem selo nem nada. Depois descobri que uma amiga tinha lançado vários discos do pessoal daqui para um cara da edição do programa, que se amarrou no meu trabalho, além da música combinar com o que estava rolando no BBB”, relata o compositor.

Na sexta–feira, 28, Fruet e os Cozinheiros se apresentam em Florianópolis-SC, no Drakkar (Avenida Afonso Delambert Neto, 607 - Lagoa da Conceição).

Leia resenha do CD na ZoomRS

Acesse as músicas e assista vídeos no site oficial

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Karine Cunha participa do projeto Encontro com o Compositor

Karine Cunha se apresenta na quarta-feira, 19, às 20h, na sala 505 da Usina do Gasômetro. O show é a 15ª edição do projeto Encontro com o Compositor, produzido pelo músico Renato Velho.

Acompanhada pelo violinista Marcus Bonilla, Karine apresentará canções de seus dois CDs: Fluida, que lhe rendeu o Prêmio Açorianos de Melhor Intérprete MPB (2006), e Epahei!, lançado em agosto. Entre uma música e outra, Karine falará sobre seu processo de composição e Bonilla, também produtor dos dois CDs, comentará sobre os diferentes caminhos trilhados na produção de cada um.

“No primeiro Cd o Marcus teve como critério de escolha das canções mostrar a ‘Karine compositora’, o mais eclética possível, buscando em cada faixa a riqueza de timbres”, comenta a cantora. Os dois anos de shows que antecederam o lançamento do disco, também teriam influenciado na seleção de repertório. “Tínhamos a vivência do que funcionava no palco com o público e, como ouvintes, tínhamos uma idéia do que deveria mudar ou que não funcionava para o disco”, lembra.

Conforme a compositora, os arranjos do disco Epahei! foram concebidos no estúdio: “A idéia inicial do CD era ter como músicos só eu e o Marcus, mas felizmente foram surgindo outros parceiros e, como as canções eram novas, ou seja, não tinham arranjo, esses foram criados no estúdio, a maioria na hora de gravar”.

O show de lançamento do último CD, realizado no Teatro do SESC, também marcou as comemorações dos 10 anos de carreira da cantora. Acompanhada dos músicos Aninha Freire (contrabaixo acústico), Edgar Araújo (bateria e percussão), Marcus Bonilla (violão) e Vinícius Prates (flauta transversa), Karine apresentou as 14 canções que compõe o disco, com temáticas relacionadas ao universo dos orixás e ritmos regionais como o chamamé e a milonga.

“Tenho grande admiração pela cultura afro e sou encantada pelos orixás. E há algum tempo eu vinha pesquisando e colecionando canções sobre eles”, conta Karine. Quanto à presença de ritmos castelhanos, ela afirma não se tratar de algo premeditado: “Conheço pouco desses ritmos, mas, o pouco que conheço, admiro e gosto muito e acho que, por isso, eles acabam aparecendo nas minhas canções. Não me lembro de ter pensado ‘vou fazer um chamamé’”.

O espetáculo teve direção cênica de Beto Russo, cenário de Rafael Oliveira, iluminação de Antônio Osório Rocha e contou com a participação especial do vocalista do grupo Serrote Preto, Zé Evandro, do coreógrafo Joça Vergo e da bailarina Marilice Bastos. No coquetel de abertura foi inaugurada a exposição fotográfica Yá-lé, com imagens da carreira de Karine, captadas pelos fotógrafos Carlos Airton da Cunha, Luciana Lee e Suzana da Luz.

Formada em Música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Karine já se apresentou em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de janeiro, Paraíba, Pernambuco e Ceará e tem composições gravadas em diversos CDs coletivos e de festivais. Além do trabalho de compositora, integrou a Orquestra de Mantras Rudraksha e o grupo Vocal D’Quina Pra Lua, com o qual recebeu o Prêmio Açorianos nas categorias Revelação MPB, em 2001, e Melhor Grupo, em 2002.

Acesse o site oficial

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Identidade faz show com mostra fotográfica no Garagem Hermética

Para comemorar as vendas do CD Jogo Sujo, a banda Identidade faz show no Garagem Hermética (Barros Cassal, 386), dia 19, quarta-feira, a partir das 22h. Com a primeira tiragem do disco esgotada (1.500 exemplares), a banda vai promover a segunda prensagem vendendo CD mais ingresso por R$ 15,00.

No local haverá exposição e venda de fotografias tiradas pela estudante de jornalismo Camila Mazzini em diversos shows da Identidade. “A idéia da exposição veio justamente por eu ter um vasto material de fotos da banda e querer compartilhá-las com o público”, conta Camila, que traz no currículo trabalhos em editoriais de moda para Necca e Bronzatto. As fotografias, em tamanho 15x21cm, serão vendidas por R$ 5,00.

Hoje, 15, os rockeiros se apresentam no Porão Rock Club, em Curitiba-PR. Nas últimas duas semanas, tocaram em Florianópolis, Joinville e São Paulo, divulgando o disco lançado em 2006 pela Good Music Records.

Assista o clipe da música Jogo Sujo

Acesse o site oficial da banda

Confira fotos de Camila Mazzini

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Disco de estréia dos Alcalóides sai em 2008

Às portas do décimo aniversário, Os Alcalóides preparam seu primeiro CD. A previsão é lançar o disco no início de 2008, possivelmente com distribuição do selo punk porto-alegrense Fodam Meus Discos.

Entre 1998 e 2003, a banda trilhou o tradicional circuito de bares noturnos e eventos universitários da capital e, após gravar um CD no estúdio dos irmãos Dreher, entrou “em estado de hibernação”, como define o baixista André Van Krause. O disco sequer foi lançado e os músicos seguiram rumos diferentes. O então baterista da banda, Rafael Heck, passou a tocar na Tequila Baby e a vocalista Julia Barth se dedicou à carreira de atriz (Sal de Prata, de Carlos Gerbase, além de participações em curtas e especiais de TV).

De volta à ativa, a banda se encontra em fase de gravação do disco que deve se chamar Cafeína. Gravado no estúdio Music Box e produzido pelo ex-baterista da banda, Rafael Heck, o CD terá nove músicas compostas coletivamente, com colaboração dos amigos Vicente Calheiros e Juliana Brizola. “Todos compomos, temos uma idéia sólida o suficiente para saber o que nos é adequado colocar para o público e dizer ‘isso é Alcalóides’”, afirma o baixista.

Formada atualmente por André Van Krause (baixo e vocal), Gustavo Herscovitz (guitarra e vocal), Julia Barth (vocal) e Thalis Miguel Neckel (bateria), a banda se propõe a liquidificar o psicodelismo dos Mutantes e o dodecafonismo da Graforréia Xilarmônica com o peso e a velocidade de bandas como Ramones e Dead Kennedys.

Ouça Os Alcalóides ao vivo no Estúdio 7 (gravado em novembro de 2006)

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PORTO ALEGRE

Ecarta Musical comemora dois anos

com show de Nelson Coelho de Castro

Em comemoração ao aniversário de dois anos do projeto Ecarta Musical, Nelson Coelho de Castro faz show na sede da Fundação Cultural e Assistencial Ecarta (avenida João Pessoa, 943), no sábado, 15, às 18h. A entrada é franca.

Na ocasião, o compositor lembrará antigos sucessos como Aquele tempo do Julinho, Vim vadiá e Armadilha, além de temas de seu último disco, Da Pessoa (2002), como Pérola no veludo, Felpa e No braço com a vida. Contemplando o eixo-temático proposto pelo projeto neste trimestre (Alta Noite na Cidade Baixa), ele também interpretará Esses Moços, de Lupicínio Rodrigues, compositor nascido no bairro. A célebre canção de Lupicínio já se tornou um clássico na voz de Nelson, desde que ele a incluiu em seu repertório no final dos anos 80, quando participava do projeto Coompor Canta Lupi, como presidente da Cooperativa Mista dos Músicos de Porto Alegre.

Com projeto aprovado no programa Petrobrás Cultural 2007, Nelson começa a gravar, no início de 2008, seu quinto disco, Lua Caiada. Com lançamento previsto para o segundo semestre, o CD será distribuído em Minas Gerais, Rio de janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.

A Fundação Ecarta, do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro-RS), já ofereceu ao público porto-alegrense, através do projeto Ecarta Musical, a arte de Carlos Cachoeira, Felipe Azevedo, Flora Almeida, Frank Jorge, Gelson Oliveira, Loma, Marieti Fialho, Nanci Araújo, entre outros importantes músicos da cena local. Sempre num tom informal e intimista, é habitual nessas ocasiões o artista conversar com o público, contando histórias sobre as canções do repertório e estabelecendo relações com o tema proposto.

Conforme o coordenador do projeto, Paulo Ramos, os eixos-temáticos são uma forma de organizar a agenda de shows e não comprometem a liberdade do músico. “Se o eixo é Elis Regina, isso não quer dizer que um cantor terá que interpretar uma canção que a cantora gravou; pode optar por cantar as influências de Elis e pegar pérolas do repertório de Ângela Maria”, exemplifica. O próximo eixo, Urbanis Cidade, abrangerá os meses de novembro a janeiro e pretende enfocar o aspecto heterogêneo da música produzida em Porto Alegre.

Nelson Coelho de Castro, que tocou no lançamento do projeto, em agosto de 2005, se declara um grande entusiasta desse tipo de iniciativa. Além do Ecarta Musical, ele cita o Sarau no Solar, realizado pela Assembléia Legislativa, o Unimúsica da UFRGS e o Espaço Cultural da Casa dos Bancários como exemplos de projetos que buscam responder à grande demanda por cultura existente na capital. “O mais bacana é que são projetos que dão substrato à cidade. Além de sua fisionomia de edifícios, a cidade ganha uma fisionomia cultural”, considera Nelson.

Acompanhe no blog as artes musical e futebolística de Nelson Coelho de Castro

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CANELA

Tequila Baby toca sábado em Canela

A Tequila Baby toca amanhã, 15, no Camaleon (avenida Dom Guanella, 361), em Canela, a partir das 22h. O show faz parte da turnê de divulgação de seu último disco, Marky Ramone e Tequila Baby Ao Vivo, lançado em 2006.

Nos últimos dois meses, a banda excursionou por oito estados brasileiros: Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Ceará, além de percorrer o interior do Rio Grande do Sul.

Em outubro, os punk-roqueiros começam as gravações do próximo disco. Conforme o vocalista Duda Calvin, em breve será lançado um single para veiculação nas rádios. “Aproveitando a tour deste nosso último trabalho, teremos agora novas parcerias para lançar este disco novo. As coisas agora ficam quentes pra outubro”, garante Duda.

Acesse o site oficial

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PORTO ALEGRE

Clipe do Serrote Preto tem participação da Ói Nóis Aqui Traveis

Em fase de finalização, o clipe da música Nagô, do grupo Serrote Preto, foi gravado no cenário da peça teatral Kassandra in Process com participação da Tribo de Atuadores Oi Nóis Aqui Traveis. Com iluminação de Mirco Zannini e maquiagem de Alana Rase, o clipe está sendo editado por Akane Wada. “Vai causar muita polêmica, pois o Ói Nóis e o Serrote deram uma fusão muito forte”, acredita o vocalista e compositor Zé Evandro.

A música Nagô está no repertório do CD Saravá Geral, que está em processo de gravação no estúdio Casa dos Cantos. Conforme Evandro, o grupo está gravando doze músicas, “mas dentro do processo de triagem podemos diminuir a quantidade”. Para ele, o importante é trabalhar cada canção individualmente: “o lance agora é singles, fortificar o PodCast do site, que será em cinco línguas diferentes”.

A idéia do Serrote Preto é alcançar o público de outros países. “Há anos escutamos de todos por aqui: ‘vocês tem que ir pra Europa!’, e estamos indo nessa linha agora, escoando a produção”, conta Evandro, que mantém contato com ONGs, produtores, DJs e rádios de Portugal, Espanha, França e Chile, em função das participações do grupo em edições porto-alegrenses do Fórum Social Mundial.

Com a atenção voltada para a pesquisa de ritmos regionais e instrumentos genuinamente brasileiros, o grupo já contou com a participação dos músicos Luciano Montanha, Marco Binatti, Professor Roberto, Ricardo Pereira, Tales Mã e Tiago Demétrio. Atualmente, o Serrote Preto é formado por Edu do Nascimento (bateria e percussão), Mário Falcão (violão e guitarra), Rafael Pavão (percussão), Walter Mello (cavaquinho e violão) e Zé Evandro (voz).

Acesse o site oficial

Ouça o Serrote Preto no MySpace

Assista vídeo do Serrote Preto com o compositor Giba-Giba no programa Palcos da Vida da TVE-RS (2000)

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PORTO ALEGRE

Gaspo e Oly Jr. divulgam novo CD na Usina do Gasômetro

Domingo, 16, Gaspo Harmônica e Oly Jr. mostram o repertório de seu novo disco, às 19h, na sala 505 da Usina do Gasômetro (avenida João Goulart, 551). O show conta com as participações especiais do guitarrista gaúcho Sólon Fishbone e do harmonicista chileno Gonzalo Araya. Ingressos a R$ 10, ou R$ 15 com direito ao CD.

Intitulado Onde Está o meu Dinheiro, a bolacha independente apresenta doze composições inéditas e dois improvisos instrumentais. Conforme Gaspo, o disco reflete a evolução da dupla desde a gravação do CD de estréia, Na Capa da Gaita (2005): “Como era o nosso primeiro disco, ele foi criado envolto em uma confusão de idéias e muita ansiedade. Já no momento em que gravamos o segundo disco, tínhamos mais experiências acumuladas, fugimos um pouco do tradicional, conseguimos uma sonoridade melhor, técnica e emocionalmente”.

Além das temáticas típicas do blues, como o universo boêmio e as mágoas do amor, Gaspo e Oly Jr. aproveitam para disparar críticas ao sistema capitalista na faixa Capitalismo animal. “Eu trabalhava em um escritório de engenharia e durante alguns meses do verão tive que realizar um trabalho ao ar livre, um levantamento cadastral de uma rede de esgoto. No meio disso tudo eu tinha longos períodos de espera e comecei a bolar algumas frases alí mesmo, anotando tudo na prancheta. Oly pintou lá em casa um dia e eu tinha na minha cabeça o andamento e algumas frases, ele deu uma olhada, pegou o violão, tocou uma vez e acrescentou mais algumas frases”, lembra Gaspo, comentando o processo de criação.

Com tiragem de mil exemplares, o disco tem participação especial do gaitista Alex Pardal, além de Gonzalo Araya e Sólon Fishbone.

Na sexta-feira, 21, eles tocam no Café da Oca (rua João Telles, 512), às 21h30. Na quinta, 27, às 22h30, é a vez do público de Caxias do Sul conhecer o novo trabalho, no Mississippi Delta Blues Bar (rua Doutor Augusto Pestana, 810). Em Novo Hamburgo, o show é no Abbey Road (avenida Pedro Adams Filho, 4434), dia 2 de outubro, às 22h30.

Acesse o site oficial de Gaspo e Oly Jr e confira algumas faixas do disco

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BRASIL

Superguidis faz shows em Minas, Acre e Goiânia

A Superguidis toca sábado, 15, à meia-noite, no festival Jambolada, em Uberlândia/MG. Na primeira semana de outubro a banda se apresenta no festival Varadouro, em Rio Branco/AC, e em novembro participa do Goiânia Noise, considerado o pai dos grandes festivais independentes da cena nacional, realizado em Goiânia/GO desde 1995.

Com farta coleção de elogios da crítica nacional, a banda divulga o segundo CD, A Amarga Sinfonia do Superstar, lançado em julho pelo selo Senhor F Discos. Produzido pelo Plebe Rude Philippe Seabra, o disco foi gravado no estúdio Daybreak, em Brasília.

Segundo o guitarrista e vocalista Lucas Pocamacha, a primeira tiragem de mil cópias está no fim, repetindo o sucesso de vendas do disco de estréia, que esgotou a primeira leva de 1.500 unidades. “Vamos prensar pelo menos mais quinhentos até o fim do ano”, garante Pocamacha, referindo-se ao segundo CD.

Bizz, MTV, Folha de São Paulo e Correio Braziliense são alguns exemplos de veículos que se renderam ao apelo pop do indie rock da banda guaibense de Andrio Maquenzi (voz e guitarra), Diogo Macueidi (baixo), Lucas Pocamacha (guitarra e voz) e Marco Pecker (bateria).

No último ano o quarteto viajou por seis estados brasileiros (Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Goiás) e desafiou o mito das barreiras lingüísticas ao tocar no Uruguai e na Argentina, onde seus dois discos são distribuídos pelo selo argentino Scatter Records.

Acesse o site oficial

Ouça e baixe os dois CDs no Trama Virtual

Leia entrevista na Bizz

Leia resenha do disco Amarga... no site Senhor F

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RIO GRANDE

Giamarê sobe ao palco da Feira de Artesanato do Rio Grande

A cantora Giamarê se apresenta amanhã, 14, na 29ª Feira de Artesanato do Rio Grande (FEARG), às 21h, no Teatro do Centro Municipal de Eventos. Com projeto aprovado no último edital do programa Caixa Cultural, da Caixa Econômica Federal, a artista pelotense é uma das principais representantes da música afro no Rio Grande do Sul.

No show desta sexta-feira, Giamarê interpreta as canções do seu CD de estréia, Um Canto Pá Ocê, lançado em novembro de 2006. Com acompanhamento dos músicos Cardo Peixoto (violão e voz), Eduardo Simões (baixo), Patrícia Ferreira (backing vocal), além dos percussionistas Rafael Marques, Fabio Andrade e Fidel Ribeiro, o repertório inclui músicas de compositores pelotenses, como Ana Mascarenhas (Mãe das Águas), Giba-Giba (Lugarejo e Um canto pá ocê), Gil Bandeira (Maré), Otelo Silva (Minta), Sulimar Rass (Cantarei, viverei), Vitor Ramil (Não é céu), entre outros.

Em maio de 2008, Giamarê viaja para Rio de Janeiro e Salvador para apresentar o espetáculo Tambores do Sul, junto ao grupo de dança do Centro de Ação Social, Cultural e Educacional Odara. “Os ensaios começam em setembro, quando começaremos a montar o espetáculo que vai viajar”, adianta o produtor Alexandre Mattos.

O projeto Giamarê, Odara – Tambores do Sul foi um dos 235 selecionados pelo programa Caixa Cultural dentre 2.695 inscritos. Com aporte de 106 mil Reais, o projeto prevê, além do espetáculo de música, dança e poesia, a realização de oficinas de construção de sopapos, instrumentos percussivos de origem africana, típicos da região sul do estado. As oficinas serão ministradas por Mestre Batista, único construtor de sopapo ainda vivo.

Os mais de trinta artistas participantes esperam que o projeto seja uma oportunidade de estreitar os laços culturais entre as regiões sul, sudeste e nordeste do Brasil, pelo amálgama da afro-descendência. O grupo Odara, com mais de seis anos de atuação na cidade de Pelotas, tem justamente como principal objetivo divulgar a história do povo negro no Rio Grande do Sul.

Assista vídeo com making-off da gravação do CD Um Canto Pá Ocê e cenas do show de lançamento

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