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KARINE CUNHA

A arte de compor a vida toda

 

Algumas pessoas têm o dom de transformar suas vivências cotidianas em experiências de interesse coletivo. Emoções e pensamentos que a maioria dos homens guarda para si, esses mágicos transmutam em espelhos, para compartilhar com seus semelhantes. Essa é a sina de Karine Cunha.

Ao aprender os primeiros acordes, com 10 anos de idade, Karine arriscou suas primeiras composições. Falava do sol, da lua, de seu cachorro de estimação, de coisas de seu cotidiano infantil.

O estandarte da criação estava erguido. O ímpeto inventivo jamais a abandonou. Aos 18 anos, cursando a faculdade de Música da UFRGS, integrou a Orquestra de Mantras Rudraksha e o grupo vocal De Quina Pra Lua, enquanto acumulava canções em fitas e cadernos.

Em 2001, conheceu o violonista Marcus Bonilla, com quem se casou no ano seguinte, e começou a lhe mostrar sua obra, até então guardada a seis cravelhas, detrás do cortinado da alma.

Hoje, com dois discos gravados, a cantora, compositora e multi-instrumentista já marcou seu caminho com melodias preciosas e segue abrindo clareiras no cipoal da música independente e autoral. Sempre fiel ao dom de compor a vida toda.

 

   

 

 

   
   
     
 

 

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